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Traficante apontado como autor de assassinato de PM é morto durante confronto com o GAT em Araruama

Bertha Muniz

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Luiz Fernando Souza da Silva, o “Sombra”, estava na galeria dos procurados da Justiça, acusado de ser um dos responsáveis pelo sequestro seguido de morte do cabo PM Moura, em abril do ano passado.

O traficante Luiz Fernando Souza da Silva, o “Sombra”, apontado como um dos autores da morte de um policial do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), morreu durante uma troca de tiros com a Polícia Militar (PM), na noite desta segunda-feira (1º), em Araruama, na Região dos Lagos.

Sombra, que também usava o apelido de “Vela”, foi baleado após ser localizado por agentes do Grupamento de Ações Táticas (GAT), que receberam informações da Polícia Civil sobre seu paradeiro.

Luiz Fernando estava dentro de um carro no bairro Bananal, junto com seu segurança, conhecido como “Bate Bola”. Eles foram seguidos pelos militares até o km 88 da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), no Coqueiral, onde notaram que estavam sendo cercados e iniciaram uma troca de tiros com os policiais.

Bate-Bola foi baleado e socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento  (UPA) de Araruama, onde ficou internado sob a escolta da PM.  Já Sombra morreu no local. O corpo do traficante foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé.

A recompensa oferecida pelo Disque Denúncia por informações que levassem à prisão do traficante acusado pela morte do Cabo da Polícia Militar, Antônio Carlos de Oliveira de Moura, em abril de 2018, era de R$ 5 mil. No local do confronto, os militares apreenderam um revólver calibre 38 e uma pistola 9mm.

O crime

O policial foi sequestrado por três criminosos de dentro de uma casa na Rua Vinte e Oito de Setembro, em Iguabinha, e colocado no porta-malas do próprio veículo. A PM foi acionada para a ocorrência e, em menos de uma hora, encontrou o veículo incendiado e o corpo abandonado em outra rua do bairro Engenho Novo, numa área conhecida como Condomínio Moura tinha 33 anos e trabalhava há oito na corporação. Ele era casado, e deixou, na época, a esposa grávida. Poucos dias após o crime, a Justiça determinou a prisão de Sombra e de uma mulher, conhecida como “Tia”, como responsáveis pela morte do Cabo Moura.

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