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Unidades de ensino de Cabo Frio recebem Projeto Escola Acessível

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Dezesseis escolas da rede municipal de ensino de Cabo Frio foram escolhidas para receberem o Projeto Escola Acessível do Ministério da Educação (MEC). As unidades escolares irão receber auxílio financeiro, que varia entre R$ 8,6 mil e R$ 12,5 mil, para criação de uma sala de recursos. A sala tem o intuito de receber alunos com deficiências motoras ou psicossociais, com atendimento personalizado para suas necessidades.

As Escolas contempladas são: Escola Municipal Araçá; Escola Municipal de Educação Infantil Professora Anita Teixeira da Silva; Escola Municipal Professora Cláudia Muzio Freitas de Oliveira; Escola Municipal de Educação Infantil Cladyr da Rocha Mendes; Creche Escola Municipal Maria Emília dos Santos Castro; Creche Municipal Professora Maria Quitéria da Costa Ribeiro; Escola Municipal Professor Oswaldo Santa Rosa; Escola Municipal de Educação Infantil Vovó Cinha; Escola Municipal Waldemira Thereza de Jesus; Creche Escola Municipal Professora Wanda Maria Nogueira Gonçalves; Escola Municipal Professora Leomari Garcia Barreto; Escola Municipal Francisco Franco; Escola Municipal Professora Amélia Ferreira; Escola Municipal Professora Marília Plaisant; Escola Municipal Pedro Jotha e Escola Municipal Professor Zélio Jotha.

A Escola Municipal de Educação Infantil Cladyr da Rocha Mendes está entre as contempladas. A diretora Claudia Soares se mostrou animada com o projeto. “Vai ser um recurso a mais para atender nossos alunos e a própria comunidade”, destacou.

Através do projeto, o MEC será responsável por enviar e prover os materiais, equipamentos e mobiliários especiais para o atendimento do deficiente. Já a Secretaria Municipal de Educação irá capacitar os professores para que eles possam realizar o atendimento nas unidades escolares. Esse projeto também irá abraçar as famílias de crianças especiais, ajudando-as na tarefa de alfabetizar o aluno.

O professor pedagogo responsável pela sala de recursos atenderá os alunos em horários marcados, analisando a disponibilidade dele para acompanhamento educacional. Caso seja necessário, a escola pode usar a verba disponibilizada para construção ou reforma de uma sala específica.

A gerente da Educação Especial da SEME, Karla Medeiros, ressalta a importância da sala de recursos para o estudante com deficiência. “O trabalho possibilita uma melhora na autonomia, aprendizagem e socialização do aluno”, enfatiza.

 

 

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