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Rio das Ostras adia licitação de compra de combustível

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A Prefeitura de Rio das Ostras adiou o processo de licitação de combustível, que estava marcado para acontecer nesta quarta-feira, 20. A divulgação foi feita através de publicação no jornal oficial informando que o processo está previsto para acontecer no dia 02 de maio, às 9h.

A publicação não justificou o que ocasionou a mudança, mas a situação não assustou a população, que há meses convive com os transtornos causados pela falta de um fornecedor para abastecer os veículos municipais. Diversos transportes essenciais estão parados por conta desta situação, dentre eles ônibus escolares, viaturas e até mesmo ambulâncias. Em entrevista a uma rádio local, o Prefeito teria assumido, que secretários estariam tirando do próprio bolso para abastecer alguns veículos.

De acordo com a Prefeitura, a administração vinha buscando há algum tempo solução para o problema de abastecimento dos veículos, mas as licitações anteriores, proposta nos moldes tradicionais e voltadas à contratação de serviços de um único posto de combustível, não atraíram empresas interessadas.

A expectativa é que o cenário mude já que teoricamente o novo processo de licitação para contratação de empresa para gestão do abastecimento e fornecimento de combustível para os veículos oficiais contará com “um sistema moderno, ágil e confiável para abastecimento da frota”. O pagamento ao posto de combustível será feito por meio de um cartão magnético com microchip, acompanhado do cartão de identificação do usuário. Assim, será possível abastecer o veículo quando for necessário e em qualquer um dos postos credenciados. O uso do cartão é monitorado por meio de um programa online.

Por diversas vezes, a Câmara dos vereadores chegou a propor a analisar a possibilidade de criar um espaço municipal, onde fosse instalada uma estrutura para abastecimento próprio, já que conseguir fornecedor se tornou uma missão quase que impossível. Muitos alegavam a dificuldade para receber.

O único posto que aceitava prestar serviços para o município está proibido, por causa do processo instaurado por conta da suspeita de superfaturamento, desde o ano de 2003.

 

 


 

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