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Retrospectiva 2018

Em março e novembro, Macaé ficou debaixo d’água em razão de fortes chuvas

Daniela Bairros

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Em novembro, prefeito chegou a decretar Estado de Calamidade Pública. Alunos da rede municipal ficaram sem aulas, pontes localizadas na região serrana foram destruídas e famílias ficaram desalojadas.

Daniela Bairros

As águas de março voltaram a castigar Macaé. Novamente, a cidade sofreu com alagamentos durante fortes chuvas registradas. Estragos foram causados principalmente na Região Serrana de Macaé. A barragem da usina velha, entre Frade e Glicério, foi monitorada e ainda manteve riscos de ruptura da estrutura ou inundações.  Mesmo depois da trégua, a região serrana continuou com acesso limitado em algumas localidades. A estrada que liga a Serra da Cruz ao Trapiche foi interditada após um deslizamento de terra e um afundamento na vida. Não houve feridos.  As ações de frente de trabalho para minimizar os efeitos da chuva na serra foram realizadas em Trapiche, Glicério, Sana e Bicudas.  A barragem da usina velha, entre Frade e Glicério, foi monitorada  e ainda havia  de ruptura da estrutura ou inundações.  Algumas estradas tiveram o acesso comprometido, por conta do volume das águas, entre elas a Estrada da Turma (Liga o Óleo a Trapiche) que está interditada; Estrada da Estrela, no Poço da Siriaca, em Glicério, onde apenas veículos tracionados conseguem trafegar e Estrada da Boa Alegria, em que funcionários da Secretaria de Interior atuam para restabelecer a passagem de carros.

Chuvas de novembro

Mais um mês que “castigou” Macaé em função das chuvas. As fortes chuvas que caíram na cidade no início de novembro provocaram muitos estragos e deixou Macaé novamente debaixo d’água.  E novamente vários pontos de alagamentos foram registrados, atingindo casas e comércios. O Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, no bairro Barreto, se transformou num Gabinete de Crise, de onde as ações da Defesa Civil eram coordenadas. Doações aos desalojados, cujo número chegou a 136, e aos desabrigados (54) eram recebidas no local. A prefeitura decretou estado de Calamidade Pública e os alunos da rede municipal de ensino tiveram as aulas suspensas. A região serrana de Macaé voltou a sofrer estragos. Na localidade, em 24 horas de chuva, foram registrados 240mm de chuva. Houve quedas de barreiras. A chuva ocasionou também o transbordo da Barragem do Frade, o que fez com que o Rio São Pedro transbordasse e a água tomasse conta de toda a Rua no Óleo.

No entorno do shopping e Cidade Universitária  houve uma grande área verde enxertada pela chuva, o que provocou o alagamento das principais vias. Na Rua Aluizio da Silva Gomes, em frente ao polo universitário, o motorista de um caminhão ficou ilhado.  Segundo a Coordenadoria Extraordinária de Defesa Civil, na cidade choveu cerca de 160 milímetros, boa parte quantidade registrada 1h e 5h da manhã do dia 8 de novembro. O volume de chuva foi mais  que o esperado para todo o mês de novembro

O prefeito Dr. Aluizio decretou Situação de Emergência em razão das consequências das fortes chuvas que atingiram Macaé em novembro. A média histórica no mês na cidade é de 140mm.

O documento n° 153/2018, de 8 de novembro de 2018, considerou a necessidade imperativa em adotar medidas de emergência para solução dos problemas causados pelas chuvas.

 

 

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