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Tarifa zero da água e passagem a 1 real em Macaé são aprovados pela população em plebiscito

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A população de Macaé foi às urnas no último domingo, 28, em plebiscito convocado pela prefeitura, para decidir sobre assuntos relacionados à água e ao transporte público.
Com 80% dos 1.381 macaenses que compareceram ao Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, a população se mostrou favorável à tarifa zero da água e à passagem a 1 real.
Temas como a municipalização da água e a integração do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no transporte público também foram aprovados pela maioria da população, com 85% e 90% dos votos, respectivamente.
A votação ocorreu das 8h às 17h, e contou com a participação de menos de 1% da população da cidade, com cerca de 1.381 votantes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Macaé tem uma estimativa de 206.728 habitantes.
Com o Título de Eleitor e documento com foto, os macaenses que compareceram à votação manual contaram com urnas dispostas em 42 seções, em processo realizado de acordo com as regras do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro (TRE-RJ).
Além disso, todo o processo foi acompanhado pelo juiz Sandro de Araújo Lontra, responsável pela 3ª Vara Cível e pela 109ª Zona Eleitoral de Macaé.
“A Consulta é um instrumento da democracia participativa, um momento em que a população pode externar a sua opinião sobre questões do dia a dia da cidade. Tanto a questão da água, quanto a passagem e o VLT são questões sensíveis a Macaé. E todo o processo foi bem organizado e seguiu os padrões que a Justiça executa nas eleições, dentro de um espaço e formato adequados”, comentou o juiz ao site da prefeitura.
No total, a municipalização da água teve 1.110 votos a favor e 186 contra; a tarifa zero da água teve 1.134 votos a favor e 204 contra; a passagem a 1 real foi aprovada por 1.230 pessoas e reprovada por 99 pessoas; e a integração do VLT recebeu 1.182 votos a favor e apenas 12 contra.
Para o Prefeito Dr. Aluizio (sem partido),  a participação da cidade foi importante na discussão de temas relevantes para o futuro de Macaé.
“Debatemos temas que interferem no cotidiano das pessoas. Podemos chamar esse evento de democracia direta e participativa, que se manterá como o foco das futuras ações do governo”, disse o prefeito.

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