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Profissionais de saúde de Macaé participam de ação e capacitação para prevenção com coronavírus

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A Secretaria de Saúde de Macaé realizou, nesta quarta-feira, 5, uma ação de capacitação para os profissionais de saúde dos setores, público e privado, para lidar com casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, doença que já matou mais de 400 pessoas na China.

A prefeitura lembra que, apesar da ação, o município não tem casos suspeitos da doença, e explica que a iniciativa, que aconteceu no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, faz parte de um plano preventivo.

De acordo com o governo municipal, o treinamento apresentou fluxogramas de atendimento e definição de casos suspeitos, além de abordar um cenário epidemiológico com a presença dos médicos infectologistas da rede pública de saúde, Glaura Terra e André Faria.

“O coronavírus é uma doença global e não temos a certeza se ela vai chegar ou não ao município, por isso, a importância de se antecipar. Macaé é uma cidade que recebe diversas pessoas de outros países. O caminho é a prevenção, por meio do conhecimento. Desta forma, conseguimos, em caso de necessidade, ter um diagnóstico diferenciado”, justificou o Prefeito de Macaé, Dr. Aluizio.

De acordo com a secretária de Saúde, Deusilane Galiza, a ideia é preparar os profissionais da área de saúde para lidar com assuntos relacionados ao vírus. Ao todo, ainda são 11 casos suspeitos em todo o país, sendo apenas 1 no Estado do Rio.

“Médicos, enfermeiros e profissionais da atenção básica, média e alta complexidade participam da capacitação. O Ministério da Saúde já publicou o estado de emergência, portanto, os municípios devem promover ações como treinamentos e materiais necessários para o atendimento de qualquer caso suspeito”, explicou Deusilane Galiza.

Ainda segundo a prefeitura, o treinamento incluiu informações como situação epidemiológica, manejo clínico, biossegurança, dúvidas sobre o coronavírus e recomendações técnicas preconizadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Sobre o fluxograma que foi elaborado pelo município, a prefeitura explicou que o método serviu para definir critérios clínicos e epidemiológicos, além de planejar o atendimento médico e as orientações sobre a doença.

Segundo os especialistas presentes à ação, um caso pode ser considerado suspeito se nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas, o paciente tiver histórico de viagem à área com transmissão local ou nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas, tenha tido contato próximo com caso suspeito ou confirmado de coronavírus.

“Em boletim divulgado na última segunda-feira, 3, o Ministério da Saúde apontou que 14 pacientes são monitorados no Brasil por suspeita de terem sido infectados por coronavírus. A nova variação do coronavírus, chamado de novo coronavírus (2019-nCoV), foi descoberta no fim de dezembro de 2019 e pode causar doenças respiratórias em seres humanos e animais. Não há vacina ou medicamento específico disponível. O tratamento é de suporte e inespecífico. O período médio de incubação da infecção por coronavírus é de 5 dias, com intervalo que pode chegar até 16 dias”, completou o município.

 

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