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Primeira sessão ordinária depois do recesso da Câmara de Macaé tem novo vereador

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Em sessão desta quarta-feira, 1 de agosto, Cristiano Gelinho (PTC) faz seu primeiro pronunciamento como vereador empossado de Macaé

A primeira sessão ordinária do mês de agosto, que marcou o retorno dos vereadores macaenses do recesso parlamentar de julho, também foi a primeira do novo vereador da cidade, Cristiano Gelinho (PTC), que assumiu a cadeira de Neto Macaé (PTC), afastado do cargo e preso pela Polícia Federal sob acusação de peculato, mas que desde maio, responde ao processo em liberdade graças a um Habeas Corpus (HC).

Diferente do esperado, o presidente da Câmara, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), sorteou a ordem em que os inscritos no Grande Expediente fariam suas ponderações, cabendo ao novo vereador iniciar as falas.

Por cordialidade, seu agora companheiro de partido e pré-candidato a deputado estadual, Dr. Luiz Fernando (PTC), trocou com Gelinho, abrindo o Grande Expediente com suas já conhecidas críticas ao governo municipal.

Apenas depois de terminado o tempo regimental do oposicionista foi que Dr. Eduardo recordou a prática instituída em sua gestão à frente do Legislativo, de, nas sessões pós-recesso parlamentar, abrir a palavra a todos os vereadores.

“Cometi um erro, mas que não está no regimento, porque é uma prática da minha gestão na presidência da Câmara. Depois do recesso, a minha gestão abre a fala para todos os vereadores que queiram se inscrever, até porque não tem muita matéria para votar. Então, se algum vereador quiser, pode se inscrever para falar depois dos 5 que já se inscreverem”, falou Dr. Eduardo.

Em seguida, pela primeira vez como vereador de Macaé, falou finalmente Cristiano Gelinho. Demonstrando muita religiosidade, o novo parlamentar começou seu discurso em tom quase eclesiástico, com muitos jargões evangélicos.

Agradeceu a Deus, a seus familiares e seus correligionários pelo resultado das eleições municipais de 2016, em que terminou como o 33º vereador mais votado do município, com 1.063 votos, votos estes que lhe garantiram a vaga de primeiro suplente da coligação formada por PTC e PHS, que elegeu ainda o vereador Val Barbeiro (PHS).

Depois, revelou sua sensação ao assumir o cargo, que chamou de “dever” e “obrigação”, rechaçando a história que teria causado mal estar na Câmara com uma ação em que cobrava na Justiça a posse no lugar do vereador afastado.

“Quando eu estava ali na sala, enquanto eu assinava a documentação toda, eu gozava do meu direito de primeiro suplente. Depois essa palavra sumiu. Assumir o cargo passou a ser meu dever e minha obrigação. É meu dever e minha obrigação ser útil aos meus pares, seja quando em concordata ou, com a devida vênia, quando em contrário”, contou Gelinho, abusando da pernosticidade.

Elogiando colegas como Maxwell Vaz (SD), Marcel Silvano (PT), Julinho do Aeroporto (MDB), Alan Mansur (PRB), assim como outros vereadores, Gelinho também disse que pretende aprender com todos os parlamentares, mas negou que tivesse se posicionado quanto a fazer parte da oposição ou da base governista.

“Quanto a sentar ali [junto com a oposição], eu tinha que sentar em algum lugar. E só tem dois lados. Não existe um terceiro. Não quer dizer que eu seja da oposição ou seja do governo. Ninguém está 100% certo nem 100% errado. Posso conversar com os dois lados, até porque eu tenho muito o que aprender, e posso até conversar com o prefeito”, afirmou o novo vereador, que foi saudado por alguns colegas durante a sessão.

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