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Prefeitura de São João da Barra proíbe entrada de veículos vindos de cidades com casos confirmados do coronavírus

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Depois de confirmar o 1º caso de coronavírus na cidade no último domingo, 5, a Prefeitura de São João da Barra prossegue com as medidas para conter a disseminação da doença que já infectou mais 1,6 mil pessoas em todo o Estado.

Na última segunda-feira, 6, a prefeita Carla Machado (PP) decretou a redução da circulação nos acessos com outros municípios, reforçando a atuação das barreiras sanitárias fixas e móveis, e restringindo a entrada de veículos com licenciamento e ocupantes de cidades com casos confirmados do coronavírus.

Na região, segundo dados das secretarias municipais de Saúde, já há casos confirmados da doença em Macaé (14), Rio das Ostras (5), Campos dos Goytacazes (9), Casimiro de Abreu (3), e São Fidélis (4), somando mais de 30 casos nos arredores da cidade.

As barreiras sanitárias estipuladas pelo novo decreto impedem ainda a entrada de veículos que fazem transporte intermunicipal e transporte por aplicativo, além de táxis, incialmente, até o próximo domingo, 12.

De acordo com a decisão da prefeitura, as exceções são os veículos de transporte de gêneros alimentícios, combustíveis, produtos medicinais, de serviços de encomendas e outros de caráter essencial e carros oficiais, ambulâncias, resgates e viaturas, assim como de moradores com residência fixa e trabalhadores do município, ambos portando documentação que comprovem a condição.

O decreto libera também profissionais da Saúde, de Segurança Pública, de Assistência Social, e demais atividades essenciais desempenhadas fora do município, e prevê que o descumprimento das determinações poderá acarretar em sanções de acordo com a legislação, podendo ser usado até mesmo poder de polícia para assegurar seu cumprimento.

“São João da Barra está sob decreto de Situação de Emergência em Saúde Pública e tem estabelecido novas regras para contenção da pandemia à medida que os casos avançam no país, e de acordo com as medidas que vão sendo adotadas pela Secretaria Estadual de Saúde, pelo Ministério da Saúde, e pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, concluiu a prefeitura.

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