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Prefeitura de Macaé reforça parceria com o NUPEM/UFRJ em ações de pesquisa e sustentabilidade

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A Prefeitura de Macaé trabalha para reforçar a parceria com o Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (NUPEM), da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), com ações voltadas para os campos de pesquisa em várias áreas de conhecimento.

Nesta semana, estudantes do curso de Ciências Biológicas do NUPEM/UFRJ utilizaram como base o Parque Municipal Atalaia, onde alunos e professores desenvolvem pesquisas que visam o aprendizado científico sobre a unidade de conservação.

De acordo com a prefeitura, a iniciativa cumpre o conhecimento obrigatório da disciplina Ecologia de Ecossistemas Terrestres, e são organizadas pelos professores Rodrigo Lemes Martins e Heitor Monteiro Duarte, com a participação de 10 alunos.

“Uma disciplina de caráter aplicado, que trabalha com o princípio da educação baseada em problemas, em que alunos e professores desenvolvem pesquisas, foi realizada pela primeira vez no Parque Atalaia”, disse o professor Rodrigo Lemes Martins.

O município revelou que, durante as ações, os alunos desenvolveram 13 projetos, sendo 4 deles relacionados ao Parque Municipal Atalaia, com resultados indicando o papel crucial do espaço para proteção da biodiversidade, e reforçando a importância de políticas de fortalecimento desses espaços e de ampliação da sua capacidade de manutenção da biodiversidade existente.

“Normalmente essa atividade é desenvolvida em fazendas experimentais da UFRJ no Estado do Espírito Santo (ES), no entanto, o sucesso dela nesse semestre e o potencial do Parque Atalaia já deixaram claro que a unidade de conservação é uma das melhores opções locais para realização dessa pesquisa, devendo agora passar a ser realizada semestralmente neste espaço”, explicou Rodrigo Lemes Martins.

A prefeitura reforça que o Parque Municipal Atalaia é um dos maiores patrimônios ambientais da região, tendo grande importância na história e saúde da população macaense, desde sua aquisição pelo poder público, ainda no século XIX, sendo a 1ª fonte de água potável para a cidade.

“A Mata Atlântica tem uma biodiversidade com 235 hectares. Já foram registradas quase 200 espécies de árvores e mais dezenas de espécies de arbustos e epífitas. Da fauna, quase 40 espécies de peixes vivem nos córregos da região, 250 espécies de aves e mais de 60 espécies de mamíferos, inclusive espécies endêmicas e ameaçadas de extinção”, concluiu o governo municipal.

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