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Prefeitura de Macaé explica adiamento de volta às aulas em escola da Ajuda e celebra entrega dos uniformes escolares

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Uma das poucas escolas públicas municipais de Macaé que ainda não teve seu reinício das aulas, no último dia 4, o Colégio Municipal Professora Elza Ibraim, na Ajuda, teve a volta às aulas adiada para a próxima segunda-feira, 10, para conclusão de manutenção na unidade.

De acordo com a prefeitura, a mudança se deu para melhor receber os 1.200  alunos do 1º ao 9º ano e os da Educação de Jovens e Adultos (EJA), já que o espaço recebia serviços de pintura geral e reparos no telhado.

“Mesmo com a mudança, o cumprimento do calendário letivo será assegurado. Outras escolas municipais da área central, bairros e região serrana continuam recebendo manutenção. Os serviços seguem uma agenda específica, e são realizados conforme solicitação da direção das unidades junto à Superintendência de Infraestrutura da Secretaria de Educação”, explicou o governo municipal.

Segundo a Superintendência de Infraestrutura, a manutenção nas escolas públicas municipais continuará a ocorrer durante o ano letivo de 2020, apesar do período de recesso ser aproveitado para executar tais serviços.

Nesta sexta-feira, 7, a Secretaria de Educação começou a entregar, gratuitamente, os uniformes dos cerca de 40 mil alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da EJA, matriculados na rede pública municipal de educação.

“A entrega gratuita contempla os novos estudantes e aqueles que já são matriculados na rede [pública] municipal. Para melhor ordenar o recebimento, a logística de entrega nas 106 escolas municipais será gradativa e específica. A remessa de uniformes para a Educação Infantil, [ensinos] Fundamental e Médio, conta com uma camisa de manga curta e uma [camiseta] regata. Já as turmas da EJA e do Ensino Médio ganharão duas camisas de manga”, revelou a prefeitura.

Além da entrega dos uniformes, a Secretaria de Educação de Macaé também segue promovendo e intensificando outras medidas, como a utilização de um livro na portaria para identificar o público externo que quiser entrar na escola; e a utilização de crachás por todos os funcionários.

Outra ação que deve ser intensificada segundo a pasta é uma atuação mais próxima dos conselheiros escolares, que poderão participar da elaboração do Projeto Político-Pedagógico, além de acompanhar a execução das ações pedagógicas, administrativas e financeiras da escola e mobilizar a comunidade para a participação em atividades em prol da melhoria da qualidade da educação.

“As 106 escolas municipais contam com conselheiros, que são pais, alunos a partir de 12 anos, profissionais das escolas e representantes da comunidade escolar  participam de forma integrada do funcionamento dos espaços escolares. Os conselhos escolares têm funções  financeira,  administrativa, mobilizadora, consultiva, fiscalizadora e pedagógica”, explicou o município.

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