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Prefeitura de Macaé envia projeto de lei para a Câmara visando compra das vacinas contra o coronavírus

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Depois de confirmar a assinatura do termo de convênio com o Instituto Butantan, de São Paulo, para aquisição de 500 mil doses de vacina contra o coronavírus, a Prefeitura de Macaé segue trabalhando para garantir a vacinação na cidade a partir de janeiro de 2021.

Nesta segunda-feira, 14, o governo municipal anunciou o envio de um projeto de lei autorizando a compra das vacinas produzidas em parceria entre o instituto paulista e a biofarmacêutica chinesa Sinovac Biontech.

Segundo a prefeitura, o projeto de lei visa “efetivamente assegurar um célere acesso à vacina contra Covid-19 (sigla, em inglês, para Coronavirus Disease 2019), para a imunização de nossos munícipes”.

De acordo com o documento assinado pelo prefeito Dr. Aluízio (sem partido), pela secretaria de Saúde, Deusiane Galiza, e pelo presidente diretor da Fundação Butantan, Dr. Rui Curi, e prevê a chegada do 1º lote de 50 mil doses da vacina para janeiro de 2021, o 2º lote em fevereiro e o 3º em março.

“A aquisição da vacina, conforme memorando de entendimento já assinado pelo município e pelo Instituto Butantan, é mais uma medida médico-sanitária necessária e imprescindível para garantia do direito à saúde da população”, justifica a prefeitura.

Ainda segundo o município, a logística de vacinação já foi estruturada e leva em consideração a experiência adquirida pela Saúde municipal nas imunizações realizadas em massa contra febre amarela, meningite e influenza.

O calendário de vacinação de Macaé tem como prioridade os profissionais de Saúde e Educação das redes pública e privada, e idosos com idade acima de 60 anos; pessoas portadoras de comorbidades, que são doenças que podem se agravar em contato com o coronavírus, e que são classificadas como grupos de risco; além dos demais cidadãos.

De acordo com a prefeitura, a vacinação dos profissionais de Saúde e de Educação ocorrerá localmente, nas próprias unidades de trabalho, evitando deslocamentos e aglomerações, enquanto que a vacinação dos idosos ocorrerá em ação macro, no Centro de Convenções, possivelmente por modalidade drive-thru, sendo necessário para todos os casos o uso de máscara, distanciamento, e levar sua própria caneta para o devido preenchimento de formulários.

O projeto de lei enviado para apreciação da Câmara Municipal define que a vacinação será disponibilizada exclusivamente para os moradores de Macaé e ocorrerá com a aplicação de duas doses, espaçadas por 14 dias.

A prefeitura garante também que o município já dispõe de seringas, agulhas, equipes aptas, logística de vacinação, e aguarda o desenrolar do processo, já que a vacina produzida em parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa ainda aguarda liberação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Sem vacina fica muito difícil viver a partir de janeiro”, reforçou Dr. Aluízio, que continuou lembrando que a “a única arma efetiva contra a Covid-19 é a vacina e Macaé buscou no Butantan essa solução”.

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