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Prefeitura de Macaé apresenta prestação de contas do 2º quadrimestre de 2018 em audiência pública na Câmara

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Representantes da Secretaria de Fazenda e da Controladoria-Geral do Município estiveram no Legislativo para apresentar balanço fiscal da administração a parlamentares e sociedade

Em audiência pública realizada na última sexta-feira, 28 de setembro, na Câmara Municipal de Macaé, representantes da Secretaria de Fazenda e da Controladoria-Geral do Município apresentaram números da arrecadação municipal para o segundo quadrimestre de 2018.

Além de arrecadar 950,3 milhões de reais, 48% a mais que o estimado, o Subsecretário de Fazenda, Deroce Barcelos, e o controlador, Luis Carlos Cunha, também trouxeram dados sobre a obtenção dos recursos e das despesas entre os meses de maio e agosto deste ano.

De acordo com a prefeitura, os sinais de recuperação da indústria do petróleo puderam ser confirmados pelos números atual administração, permitindo que o balanço também apresente resultados positivos em praticamente todas as fontes de receita.

A exemplo do que já havia revelado exclusivamente ao Diário da Costa do Sol na última quarta-feira, 26, o governo municipal explicou que a alta do dólar e do preço do barril de petróleo fizeram com que os royalties totalizassem 219,4 milhões de reais, quando o previsto era de 124,6 milhões de reais.

Outro dado considerado importante pelo subsecretário de Fazenda, foi a arrecadação dos recursos próprios, que totalizaram R$ 406,5 milhões de reais, chegando a um valor estimado em 12,9% a mais do que o esperado.

“No próximo quadrimestre, temos a certeza de que os índices superarão as metas. Os números comprovam que as perspectivas são boas e o governo está empenhado neste sentido”, disse Deroce durante o evento no Legislativo.

A prefeitura revelou ainda que, dos 2,04 bilhões de reais previstos para 2018, 1,68 bilhões de reais já entraram nos cofres da prefeitura, ou seja, 82,4% do previsto. Do mesmo modo, os royalties já ultrapassaram a meta em 101,8%, com 404 milhões de reais, assim como os recursos vinculados estão em 484,7 milhões de reais, que representam 92,2% do total.

Para o controlador-geral, a maior preocupação do governo é com o pagamento de pessoal, e com o agravamento da crise econômica, a prefeitura vinha ultrapassando o estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) desde 2016, mas entre maio e agosto deste ano, o índice de despesa com pessoal caiu de 56,54% para 46,05%, conforme informações reveladas com exclusividade ao Diário e publicadas na última semana.

“Os reflexos da última reforma administrativa estão sendo vistos agora. Em 2017, houve redução de 40 milhões de reais em um dos quadrimestres com o corte de cargos. Porém, como o orçamento teve uma queda de quase 120 milhões de reais, os índices seguiram em alta. Com muita dedicação, viramos a página e as contas para os próximos anos são vistas de forma positiva e com crescimento”, repetiu Luis Carlos, durante a audiência pública na Câmara.


 

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