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Prefeitura de Campos prevê orçamento de mais de 2 bilhões de reais em 2019

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Com apenas 1 voto contrário, Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes aprova Lei Orçamentária Anual (LOA) referente ao exercício de 2019

A Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes aprovou, em segundo turno, o projeto de lei do Executivo que propõe a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2019, com a estimativa da receita e as despesas fixadas.

O projeto votado pelos vereadores tem orçamento previsto de 2,021 bilhões de reais, dos quais 704 milhões serão destinados para a área da Saúde, e 404 milhões de reais irão para a Educação, além de 40 milhões de reais para a infraestrutura da cidade.

Com 27 emendas impositivas, instrumento que permite aos parlamentares direcionarem parte dos recursos do Executivo para obras de infraestrura no município, e uma emenda aditiva, o projeto foi aprovado com apenas 1 voto contrários, do vereador Álvaro Oliveira (SD).

Situação delicada – Ainda durante essa semana, a Câmara de Campos, foram aprovados 10 projetos de lei, 28 indicações e 13 requerimentos. Além disso, o Legislativo recebeu o deputado federal eleito, Wladimir Garotinho (PRP), embora a recepção não tenha sido mais calorosas.

De acordo com a a jornalista Berenice Seara, o filho do ex-governador Anthony Garotinho (PRP) compareceu ao Legislativo municipal para a sessão solene de moção de aplausos por sua eleição, homenagem proposta pelo vereador Renatinho do Eldorado (PATRI).

Mas durante as homenagens, teve que assistir ao discurso do vereador Marcos Bacellar (PDT), que afirmou ser contra a moção nesse momento, porque “o DNA dele representa o pior que tem no município de Campos”, referindo à família Garotinho, que governou o município, mais recentemente até 2016.

Os problemas da família do deputado aumentaram depois da Operação Chequinho, na qual o ex-governador chegou a ser preso, acusado de chefiar um esquema de compra de votos usando o programa social Cheque Cidadão.

O esquema foi responsável pela prisão, além de Garotinho, de mais de 40 vereadores e candidatos a vereador de Campos nas eleições municipais de 2016, além de servidores e ex-servidores do alto escalão do governo da então prefeita da cidade, Rosinha Garotinho (sem partido), que deixou o mandato em 2016.

“Daqui a 4 anos, dependendo do desempenho dele como deputado, posso vir aqui parabenizá-lo, mas hoje não. Ninguém pode esquecer o que o pai e a mãe dele fez. Todo atraso e roubalheira”, detonou Bacellar, fazendo menção à Operação Chequinho.

De acordo com a colunista do jornal Extra, do Rio de Janeiro, Wladimir teria ouvido o discurso contra sua família calado, ao contrário da plateia, que teria se manifestado durante os ataques do pedetista aos ex-governadores do Rio.

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