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Números da Firjan mostram que em apenas 1 dia, Brasil Offshore gerou 130 milhões de reais em negócios

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A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou o início da Rodada de Negócios da 10ª edição da Brasil Offshore, que começou nesta terça-feira, 25, e se encarra nesta sexta-feira, 28, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, em Macaé.

De acordo com a Firjan, são 300 fornecedores e 22 âncoras participando da rodada, realizada pela Firjan, pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), e do Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), dentro da programação da feira, número que é 30% maior que o da última edição do evento, que aconteceu em 2017.

Ainda segundo a Firjan, só no primeiro dia da feira foram gerados 130 milhões de reais em negócios, se aproximando dos 142 milhões de reais atingidos apenas nos 2 primeiros dias da Brasil Offshore 2017, quando o mercado do petróleo ainda estava afetado pela crise internacional do setor, que estourou em meados de 2014.

“Isso demonstra o reaquecimento do mercado de óleo e gás no Brasil e em Macaé”, avaliou a gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e Diretora Geral da ONIP, Karine Fragoso.

Para ela, a expectativa para o evento deste ano é superar os números da 9ª edição até o fim da feira, que acontece de 2 em 2 anos, e nesta edição, comemora 20 anos de existência no município que concentra um dos maiores parques empresariais ligados à indústria do petróleo em todo país.

A Rodada de Negócios faz parte da programação Brasil Offshore 2019, que marca o encontro do setor de óleo e gás brasileiro em Macaé, um dos principais polos de exploração e produção do Brasil e base para operação da Bacia de Campos.

Ainda de acordo com a Firjan, já forma realizadas ao todo 260 reuniões entre as empresas âncora e os possíveis fornecedores, que, além do Rio de Janeiro (RJ), também vieram de outros estados, como Espírito Santo (ES) e Sergipe (SE).

“O objetivo da Rodada é colocar, frente a frente, fornecedores e os principais players do mercado de petróleo e gás. A proposta é fomentar negócios e oferecer às empresas a possibilidade de identificar alternativas de fornecimento de bens e serviços no mercado local”, comentou a Firjan.

Segundo a Reed Exhibitions Alcantara Machado, uma das organizadoras do evento, em conjunto com o Society of Petroleum Engineers (SPE) e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a expectativa dessa edição da Brasil Offshore era de gerar 300 milhões de reais em negócios até o fim da feira.

“Achei a experiência muito proveitosa, pois nem sempre conseguimos ter este contato pessoal com as grandes empresas.  Pude apresentar meu portfólio e deixei negócios bem encaminhados”, revelou Emanuelle Andrade, representante de uma empresa de gestão de resíduos, que participou pela primeira vez da rodada.

Para Maurício Gomes, representante da Subsea7, uma das empresas âncoras, essa é uma ótima chance de conhecer o mercado local e fazer bons negócios.

“ É a segunda vez que participamos e da última vez, cerca de 30% das empresas com as quais conversamos na rodada acabaram sendo contratadas”, relatou Maurício Gomes.

Para o coordenador da Comissão Municipal da Firjan em Macaé, Evandro Cunha, a Rodada de Negócios é essencial para o cenário da região.

“A empresa âncora precisa dessa cadeia de fornecimento e nossa região tem muitas empresas habilitadas para atender demandas nesse novo momento da indústria de petróleo e gás”, afirmou Evandro Cunha.

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