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Juiz converte prisão de vereador de Macaé e seu assessor em preventiva

Bertha Muniz

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Neto Macaé e um de seus assessores são investigados por apropriação indevida de parte da remuneração de servidores da Câmara Municipal. 

A Justiça converteu a prisão em flagrante do vereador José Queiróz dos Santos Neto, o Neto Macaé, e de seu chefe de gabinete Ralf Oliveira Gonçalves, suspeitos de praticarem o crime de peculato, em prisão preventiva, sem prazo de validade.

O parecer foi dado pelo juiz titular da 1ª Vara Criminal de Macaé, Wycliffe de Melo Couto, na noite de ontem (28).  Neto e Ralf são investigados por apropriação indevida de parte da remuneração de servidores da Câmara Municipal de Macaé.Eles foram presos em flagrante pela Polícia Federal (PF) na tarde de terça-feira (27), no gabinete o vereador, recebendo o repasse de um cargo comissionado de um servidor público cedido para a Câmara.

Decisão foi proferida na noite de ontem (28), pelo juiz Wycliffe de Melo Couto.

De acordo com as investigações da PF, o abono era repassado integralmente para o vereador, que exigia dos comissionados que o valor do cargo fosse devolvido. O repasse da quantia era feita ao assessor de Neto ou a ele próprio.

O vereador do Partido Trabalhista Cristão (PTC) e seu assessor encontram-se encarcerados desde ontem (28), no Presídio Masculino Carlos Tynoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes. Por conta do foro privilegiado de vereador, o magistrado remeteu os autos do processo ao Tribunal de Justiça, que julgará o processo de Neto.

 

Foto principal: Cadu Alves/InterTV

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