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Deputados do PSL anunciam que não irão compor base do governo de Witzel na Alerj

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Governador eleito no Estado do Rio, Wilson Witzel (PSC) não terá apoio da base do PSL, partido do futuro senador, Flávio Bolsonaro, na base governista da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj)

Depois de sofrer sua primeira derrota em votação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), que proibiu a privatização da Companhia Estadual das Águas e Esgoto (CEDAE), o governador eleito Wilson Witzel (PSC) pode estar diante de mais um problema para sua gestão.

Segundo coluna do jornal Extra, do Rio de Janeiro, 10 dos 13 deputados estaduais do PSL, partido do futuro senador, Flávio Bolsonaro (PSL) e a futura maior bancada da Alerj no próximo mandato, decidiram que não vão integrar a base do governo Witzel.

De acordo com a coluna, os deputados do partido da família do presidente eleito, vão votar caso a caso, ou seja, preferem ser considerados deputados independentes, sem participação nas bancadas governistas ou de oposição.

Sem o PSL, e com apenas 1 deputado eleito pelo PSC, Márcio Pacheco, já que o outro, Chiquinho da Mangueira, está preso, Witzel está sem uma base na Alerj, o que deve dificultar muito seu governo.

O PSL deve votar em Márcio Pacheco (PSC) para a presidência da Casa, porque esta foi uma decisão partidária, mas o partido não fechou e nem fechará questão sobre a base de apoio ao governo.

Presidente do partido no Rio, o senador eleito Flávio Bolsonaro, que foi aliado  diz que cada deputado é dono de seu mandato, desde que siga a clara e duríssima linha ideológica do PSL.

Adiantamento – Os deputados estaduais Luiz Paulo (PSDB), Gilberto Palmares (PT) e Zaqueu Teixeira (PSD) de adiantaram ao futuro governador e apresentaram um projeto para extinguir a vistoria do Departamento de Trânsito do Estado do Rio (Detran-RJ), que chamam de burocracia.

No lugar, o motorista assinaria um termo de responsabilidade dizendo que seu carro está dentro da lei e, caso seja pego com alguma irregularidade, responderá civil e criminalmente.

O fim da vistoria é uma promessa de campanha do governador eleito Wilson Witzel (PSC), mas o histórico dos autores mostra que a proposta não foi uma mera carona na proposta do futuro governador, já que a luta do parlamentares é antiga.

 

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