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Polícia estoura rinha de galo, prende responsável e resgata 22 animais em Cabo Frio

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As aves foram encontradas machucadas, muito fracas e algumas mutiladas

Bertha Muniz

Agentes da Unidade de Policiamento Ambiental ( UPAm-RJ) estouraram, na manhã de ontem (2), uma rinha de galo, na Rua Trimumu, no bairro Botafogo, em Cabo Frio. Um homem de 29 anos foi preso e 22 galos resgatados. Segundo a polícia, o suspeito detido é apontado como responsável por promover a atividade, que se enquadra pela lei como crime de maus-tratos.
Após receberem denúncia anônima, os militares seguiram para o endereço onde encontraram as aves machucadas, muito fracas e algumas mutiladas. Os galos foram levados para um curral em Santa Alice, distrito de Seropédica. O suspeito foi levado à 126ª Delegacia Policial de Cabo Frio (126ª DP) onde responderá por crime contra as leis ambientais (abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados).

Rinhas
A rinha de galo é uma atividade considerada ilícita em todo o país. A preparação do animal acontece ainda na fase do pinto, quando eles recebem uma alimentação especial e treinamento. Já fase adulta, por volta dos oito meses, os animais passam por uma verdadeira transformação com escovação da pele e retirada das penas, para que ela fique mais grossa. Cada galo chega a custar R$ 1 mil até o dia de sua competição. Na primeira briga, se o galo não morrer, ele passa por tratamentos com uso de medicamentos. Nas rinhas, o valor das apostas giram em torno de R$100 podendo ser aumentado dependendo da situação e dos apostadores.

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