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Justiça de Iguaba veta pedido de prisão preventiva de pastor suspeito de abusar sexualmente da filha de 3 anos

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A prisão do pastor Leandro Marinho, foi pedida pelo delegado titular da 129ª DP e recomendado pelo Ministério Público. 

Foi vetada pela Justiça de Iguaba, a prisão preventiva do pastor Leandro Marinho, suspeito de estuprar a filha de três anos no dia 31 de dezembro do ano passado. A decisão veio da juíza titular da Comarca do município, que deferiu o parecer baseado no fato de o suspeito não oferecer perigo a sociedade se estiver solto respondendo ao processo. A justiça também determinou que o suspeito possa ver a filha, desde que mantenha 500m de distância.

A prisão do pastor foi pedida pelo delegado Júlio César Mulatinho Neto, titular da 129ª DP e recomendado pelo Ministério Público, depois que um laudo emitido pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e confirmado por parecer do legista do IML que houve escoriações na genitália da criança.

A advogada da família, Lilian Brasil, entrou com recurso, em instância superior, para que a decisão seja revertida. O Ministério Público tem 15 dias para avaliar a deliberação e também decidir se vai recorrer ou não.
O laudo apresentado pelo médico da UPA - que fez o primeiro atendimento e realizou exames na garotinha - informa que houve "ação contundente - apresenta em paredes vaginais pequena escoriação à direita, ao nível da fúrcula".
O laudo do IML também aponta que não houve penetração ou rompimento de hímen, mas a genitália ficou bastante inchada e havia escoriações no lábio vaginal.

Da Redação
Foto: RC/24H

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