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Gatito se posiciona após ataques de Carlos Augusto Montenegro

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Tido como um dos poucos ídolos da história recente do Botafogo, o goleiro Gatito Fernández veio a público nesta semana para se defender dos ataques que sofreu de Carlos Augusto Montenegro, ex-membro do comitê executivo de futebol do Botafogo. Sem atuar desde setembro de 2020 por conta de uma lesão, o goleiro foi chamado de covarde pelo profissional que inclusive já foi presidente do Botafogo.

Montenegro fez uma carta aberta aos torcedores onde expôs sua opinião sobre o momento vivido pelo clube e também algumas questões dos bastidores. Em um trecho da carta, ele deu a seguinte declaração: "Goleiros. Pensávamos que estávamos bem. Não contávamos com a covardia do Gatito de não querer jogar", escreveu o ex-dirigente.
As declarações pegaram Gatito de surpresa. Inconformado com as palavras utilizadas por Montenegro, ele veio a público se defender. "Covardia é dizer coisas do tipo e depois vir me abraçar. Porém, Montenegro... Agradecemos pela carta que você fez porque demonstrou para todos os seus erros e isso não pode se repetir. Deu aula pro futebol! Em como não fazer!! Dentro e fora do campo", disse o goleiro.

Gatito ainda complementou: "Montenegro nunca me perguntou como eu estava. Ou me fez ligação ou mandou alguma mensagem para perguntar como eu estou. Nunca. E citar meu nome de maneira caluniosa assim que é covardia imensa. Talvez ele não saiba, mas estou há 3 semanas de muletas. Poderia perguntar para os médicos que saíram do clube ou os que estão presentes agora a realidade da minha lesão. Ele não passaria de mentiroso", retrucou o goleiro.

No fim, o goleiro reafirma seu compromisso com o clube: "Eu continuarei dando o melhor de mim dentro de campo, respeitando as cores do Botafogo, meus companheiros, o torcedor... Como fiz desde a minha chegada ao clube", encerrou Gatito.

Foto: Vitor Silva

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