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Flamengo e Fluminense são escolhidos pelo governo do Rio para administrar o Maracanã

Sérgio Barcellos

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O Governo do Rio de Janeiro informou que Flamengo e Fluminense serão os gestores do Maracanã pelos próximos seis meses. O anúncio oficial foi divulgado na tarde desta sexta-feira (5) após o governo ter declarado aceitar a proposta oferecida pelos clubes. O acordo vai trazer benefícios para ambos os clubes envolvidos.

Segundo informações, os clubes vão arcar com cerca de R$ 2 milhões por mês com os custos do Maracanã. Além disso, as equipes também terão que pagar R$ 166.666,67 mensais ao governo. O acordo foi confirmado pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que está em Boston, nos Estados Unidos cumprindo agenda.

“Tenho a grata satisfação de anunciar que, após um processo transparente e ético, o Maracanã está sendo devolvido ao futebol carioca. Os vencedores do consórcio que vai administrar o Maracanã são Flamengo e Fluminense. Eles terão 180 dias para administrar o estádio e prorrogável por mais 180 dias. É o tempo que teremos de, também em um processo transparente e ético, fazer uma nova parceria público-privada definitiva por 35 anos. Ganha o estado do Rio de Janeiro”, disse o governador.

O acordo também permite que Flamengo e Fluminense terão direito a explorar o Tour Maracanã, desde que respeitados as seguintes cláusulas: repasse de 10% do faturamento mensal ou um mínimo de R$ 64 mil.

A decisão não agradou ao Vasco, que se manifestou por meio de seu presidente, Alexandre Campello, alegando que o estádio é um patrimônio do povo. Na coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira no Palácio da Guanabara, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, falou sobre o assunto. O mandatário afirmou que a proposta inclui fornecer o estádio para Botafogo e Vasco.

“O objetivo é a gente fazer isso de forma harmônica e com a possibilidade de participação de todos os clubes. O objetivo não é só Flamengo e Fluminense jogarem lá. O objetivo é que todos os clubes possam jogar”, resumiu Landim.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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