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Flamengo assume responsabilidade por vítimas no incêndio

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Um incêndio no centro de treinamento do Flamengo, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, deixou dez mortos.
 

O incêndio nas instalações do Flamengo segue tendo desdobramentos. O clube assumiu a responbalidade pelo acidente, mas ainda está aguardando o resultado das investigações que apontarão os culpados pela tragédia. O incêndio levou a óbito dez jovens das categorias de base do Rubro-Negro.

O Flamengo montou um comitê de crise na Gávea para tratar do assunto. O clube vai prestar esclarecimentos ao Ministério Público e ainda dar continuidade a investigação sobre as causas do incêndio. O presidente Rodolfo Landim vem acompanhando o caso de perto. Internamente, o Rubro-Negro vem lutando para reunir os documentos necessários para apresentar as autoridades.

O comitê está trabalhando com três linhas de frentes. Na primeira delas, a preocupação é dar apoio às famílias, a segunda trata de colaborar na investigação dos fatos, enquanto que a terceira visa tratar das indenizações, de modo a não deixar ninguém desamparado e sem assistência.

Indepentende da parte criminal, o Flamengo já afirmou que irá arcar com suas responsabilidades pelos 26 jovens presentes no CT na noite do incidente. Uma das saídas para agilizar o processo é recorrer a acordos. O diretor jurídico do Rubro-Negro, Bernardo Accioly, é o responsável por tratar das indenizações e de todos os direitos legais dos familiares. Todas as vítimas tinham contrato de formação com o Flamengo, onde estavão inclusos seguro de vida e serviço funerário.

As dez vítimas já foram identificadas. São elas: Gedson Santos, Bernardo Pisetta, Arthur Vinicius, Vitor Isaias, Pablo Henrique, Chrintian Esmério, Jorge Eduardo, Samuel T. Rosa, Athila Paixão e Rykelmo Vianna. Outros 15 jovens sobreviveram, sendo que dois deles tiveram ferimentos leves e apenas um está em estado grave.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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