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Dirigente do Botafogo volta a criticar rivais

Sérgio Barcellos

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Membro do comitê gestor de futebol e ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro vem marcando presença constante nos noticiários. O dirigente voltou a criticar duramente os rivais nesta semana, principalmente Vasco e Flamengo, clubes que estão articulando nos bastidores a volta do futebol.

Montenegro chegou a utilizar a palavra homicida para descrever a atitude daqueles que buscam a retomada do futebol em maio a pandemia do coronavírus. "Não tem justificativa para a volta do futebol. Estamos com um problema sério principalmente no Rio de Janeiro. No Brasil, estamos chegando perto de 1 mil pessoas (mortas) por dia. Todos os hospitais com problema. Não sei se as pessoas estão sendo irresponsáveis, homicidas ou se não estão regulando bem. O futebol não é atividade essencial", argumentou.

O dirigente ainda complementou: "os clubes têm que ser grandes dentro e fora de campo. É uma atitude de time pequenininho. Eles podem se tornar homicidas forçando uma barra dessas. Quem vai se responsabilizar se um atleta ou um funcionário passar para um membro da família, alguém em casa? Que protocolo é esse? As pessoas vêm treinar e, quando voltam, podem estar contaminadas", disse Montenegro.
Ele também reforçou mais uma vez a posição do Botafogo. "Já conversei com o Nelson (Mufarrej, presidente) e com todos. A posição do Botafogo é de não jogar. Acho que a posição de Flamengo e Vasco é fazer um Carioca só com eles dois, uma Copa do Brasil só com eles dois e um Campeonato Brasileiro só com eles dois", ironizou o dirigente.

Foto: Vitor Silva

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