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Barbieri explica escolhas e fala sobre eliminação na Libertadores

Sérgio Barcellos

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O Flamengo se despediu da Copa Libertadores da América na noite da última quarta-feira. Mesmo com a vitória por 1 a 0 diante do Cruzeiro em pleno Mineirão, o Rubro-Negro acabou eliminado da competição por ter perdido no jogo de ida por 2 a 0. Após mais uma eliminação no maior torneio da América do Sul, o clube agora terá que focar suas atenções no Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

A eliminação coloca em cheque o trabalho de Barbieri a frente do Flamengo e também recai sobre a diretoria. Apesar da boa campanha no Brasileiro e na Copa do Brasil, o treinador não fez uma boa primeira fase na Libertadores. O Rubro-Negro teve bastante dificuldades para se classificar, em uma chave que tinha o River Plate, Emelec, e Santa Fé. A surpreendente derrota em casa, por 2 a 0, em pleno Maracanã praticamente selou a eliminação da equipe nas oitavas de final.

Na coletiva de imprensa, Barbieri tentou explicar os motivos que levaram a mais uma eliminação. O treinador foi bastante criticado por não priorizar nenhuma das competições, utilizando os titulares no Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores. Na opinião do treinador, não há como afirmar se isso prejudicou ou não a equipe.

“É difícil dizer o quanto isso teve participação na eliminação. Temos encontrado todas as competições com dedicação, o número baixíssimo de lesões mostra o trabalho que é feito. Mesmo quem poupa não tem garantia de ganhar nada. Não é uma decisão do Maurício, é do clube. Temos que entrar para vencer sempre. Jogar o peso da eliminação nisso não seria honesto ou correto. É uma decisão compartilhada, nenhum treinador é maior que o clube. Estou convicto de que tomamos a decisão correta”, afirmou Barbieri.

O treinador também foi questionado na coletiva sobre o motivo do time criar pouco. “É um conjunto. Se fosse apenas um detalhe evidente, teríamos modificado. Temos que ter a serenidade de usar melhor os espaços. Tem sempre um adversário. O Cruzeiro se fecha bastante. Muitas vezes, tinha o Lucas e o Henrique na frente da área, o Dedé e o Léo lá dentro. Sabíamos que teríamos espaço para bater de fora, até por isso escolhemos o Vitinho. Não fomos felizes nas escolhas. Mesmo assim, temos um dos melhores ataques do campeonato. Mas temos que melhorar, escolher melhor o último passe, tentar finalizar melhor”, explicou o treinador.

Foto: Gilvan de Souza

 

 

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