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PAM de São Cristóvão e secretaria de Saúde em Cabo Frio amanhecem trancados gerando confusão

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O PAM de São Cristóvão e a secretaria de Saúde em Cabo Frio amanheceram trancados nesta sexta-feira,10. Quando os funcionários chegaram para trabalhar encontraram os portões com cadeados. A situação gerou confusão e foi necessário arrombar o cadeado para as unidades pudessem funcionar.

No mesmo dia e local, o sindicato dos servidores esteve presente, como havia sido decidido antecipadamente em assembleia, para a concentração do ato contra salários atrasados e benefícios cortados.

A situação gerou debate e muitas acusações, mas até o momento o responsável pela ação, não foi identificado. Por conta da confusão, a Polícia Militar foi chamada para que os ânimos não ficassem alterados. Os cadeados dos portões tiveram que ser quebrados para que os funcionários entrassem no prédio. O funcionamento já voltou ao normal.

O Sindicato dos Servidores Publicos Municipais de Cabo Frio (Sindicaf) lamentou o fato. Conforme o presidente do Sindicaf, Olney Viana, que estava no local da concentração dos grevistas isentou o movimento da culpa. "É uma atitude lamentável, mas não foram os grevistas que fizeram isso. Querem nos responsabilizar por isto. Nosso movimento está pautado dia a dia. Sabiam que a concentração seria aqui hoje. Quem disse que não foi alguém de fora do movimento? Tem que ser apurado".

Já a secretaria da Saúde disse, por meio de nota, que registrou queixa por coação.

 

 

Greve em Cabo Frio - Os profissionais da educação de Cabo Frio decidiram, em assembléia, decretar greve, a partir desta segunda-feira, 13, até que os salários sejam pagos. Enquanto os servidores municipais também continuam paralisados. A categoria tem realizado diversos atos no município, desde o dia 30, quando iniciou o movimento, que deve ser mantido até que todos os itens da pauta sejam atendidos.

Na pauta de reivindicações estão os constantes atrasos nos pagamentos dos salários, falta de pagamento das parcelas restantes do 13º Salário de 2015 e de parcelas salariais como insalubridade, adicional noturno, produtividade, risco de vida, diária de viagem e triênio. Além disso, os trabalhadores exigem o pagamento de 1/3 de férias, falta de concessão de promoção vertical, progressão horizontal e majoração de triênios, enquadramento no Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), vale-transporte. Além da falta de repasse de verbas para o Programa de Assistência Médico-Hospitalar (PASMH) e indicação/eleição dos delegados sindicais na Saúde e IBASCAF.

 

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