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Paulinho Moska sobe ao palco do Teatro Sesi Macaé dia 21

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Cantor vai apresentar o show “Violoz”, com violão e voz. Ingressos já estão à venda na bilheteria do Sesis Macaé

Daniela Bairros

O cantor Paulinho Moska sobe ao palco do Teatro Sesi Macaé no dia 21 de setembro. Na apresentação, o show “Violoz”, com violão e voz.

Paulinho Moska se apresenta aos palcos do Teatro Sesi com violão e voz, formato que utiliza com muita frequência desde o início da carreira. Em seu show solo, intitulado “Violoz”, o artista propõe uma relação mais direta com o público, apresentando as canções da mesma forma que foram compostas. Um autor, seu instrumento e músicas profundas e populares que embalam os fãs há anos.

Três violões, um com cordas de nylon, outro de aço e um barítono) e um ukulelê são os parcerias de Moska no show. As canções derramam suas poesias como um longa-metragem, cujo roteiro aproxima a plateia cada vez mais do tema central: amor pela vida.

Será uma apresentação direta e sincera, com um repertório concentrado em canções que fizeram grande sucesso com o público, como “Pensando em você”, “A seta e o alvo”, “A idade do céu”, “Lágrimas de diamantes”, “Último dia”, “Tudo novo de novo”, “Namora comigo”, “Somente nela”, “Admito que perdi”, “Relampiano”, “Quantas vidas você tem”?, “Sem dizer adeus” e “Muito pouco”.

Com cenário e luz desenhados para criar uma atmosfera de intimidade e entrega, “Violoz” é um show para cantar junto, chorar e sorrir. Será uma noite cheia de alegria e paixão, de pensamento e delírio, de transcendência e pé no chão.

Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do Teatro Sesi Macaé. R$ 34 (inteira) e R$ 17 (meia). O Teatro Sesi Macaé fica na Alameda Etelvino Gomes, 155, Riviera Fluminense.

Sobre o cantor

Moska aprendeu a tocar violão aos 13 anos com seu irmão mais velho, Oswaldo, que era músico amador. Oswaldo tocava em festivais de escola, e esse ambiente fascinava Paulinho. Numa das atuações do irmão, conheceu André Abujamra, com quem aprendeu os primeiros acordes de blues e rock. Além disso, o pai do Paulinho era diretor de uma das mais badaladas casas noturnas do Rio, o que fez com que ele passasse a infância assistindo shows de Hermeto Paschoal, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Gal Costa, Paralamas do Sucesso, Kid Abelha e muitos outros, fomentando assim suas influências musicais.

Em 1983 decidiu ser ator, e, um ano mais tarde, graduou-se em teatro e cinema pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro. Como músico, as primeiras gravações profissionais aconteceram no álbum A Orquestra de Vozes (1986), que foi o disco de estreia do grupo vocal Garganta Profunda que, em seu repertório, cantava de Beatles e Tom Jobim a óperas medievais. Em 1987, Luiz Nicolau, Luis Guilherme e o próprio Moska, dissidentes do Garganta Profunda, formaram o grupo de pop-rock Inimigos do Rei. Com a banda, lançou dois discos, emplacou nacionalmente os hits Uma Barata Chamada Kafka e Adelaide e correu país por dois anos. Cinco anos mais tarde, em 1992, decidiu sair do grupo, porque não gostava da obrigação de ser engraçadinho e iniciou carreira solo.

Desde então, Moska já emplacou 13 temas em trilhas da TV Globo – 11 deles em sua própria voz. Destas, destacam-se 'O Último Dia (presente em O Fim do Mundo), A Seta e o Alvo (presente em Zazá), Pensando em Você (presente em Agora É que São Elas) e Tudo Novo de Novo (tema de abertura da minissérie homônima).

Também se tornou um compositor muito requisitado por outras vozes. A primeira foi Marina Lima que, em 1995, abriu o álbum Abrigo com Admito que Perdi. Depois, vieram inúmeras outras gravações, por artistas como Maria Bethania (Saudade), Elba Ramalho (Relampiano), Ney Matogrosso (O Último Dia e Gotas do Tempo Puro), os GNR (uma versão de Canadádá), Maria Rita (Muito Pouco), Mart'nália (Soneto do Teu Corpo, Sem Dizer Adeus e Namora Comigo), Lenine (Relampiano e Saudade), Francis Hime (Há Controvérsias) e Zélia Duncan (Carne e Osso, Não e Sinto Encanto), entre tantas.

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