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Vereadores de Carapebus votam para eleger restante da mesa diretora da Câmara nesta quinta-feira, 19

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A Câmara Municipal de Carapebus elege a sua nova mesa diretora durante sessão ordinária desta quinta-feira, 19, conforme ato da atual gestão da presidência da Casa publicado ainda neste ano.

Atualmente, o vereador Kelver JJ (PP) ocupa, de forma interina, a presidência do Legislativo, no lugar do vereador Dandinho (AVANTE), que foi obrigado, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a assumir a prefeitura, também de forma interina.

O comunicado oficial da Câmara foi divulgado no último dia 12, quando da abertura oficial para o registro das chapas para a disputa das vagas para vice-presidente, 1º secretário e 2º secretário, completando a mesa diretora.

Nesta terça-feira, 17, os parlamentares aprovaram, por unanimidade, 3 indicações da vereadora Tânia Cabral (PP), duas voltadas para a infraestrutura da cidade, e uma que impacta o setor econômico, por se tratar da Zona Especial de Negócios (ZEN) do município.

Nesta última, a vereadora solicitou ao Executivo que modernize a ZEN, permitindo atrair novas empresas e incentivando as já instaladas no local, possibilitando que as empresas, tantos novas quanto as que já estão lá, possam investir em contratações, gerando emprego e renda na cidade.

Ao final das votações, Tânia Cabral agradeceu aos colegas de plenária pelas aprovações das indicações, afirmando ainda que não votará contra um projeto de lei que trata do repasse de recursos para atendimento aos pacientes com doenças mentais.

“Podem contar com meu voto. Tudo que for para a Educação, a Saúde, eu votarei a favor, porque irá beneficiar a população. E estamos aqui para fiscalizar o uso correto desse dinheiro”, afirmou a vereadora.

Ainda sobre outra indicação, do vereador Deuti (DC), que trata de aparelhos na área da Saúde, Tânia Cabral reforçou informações já divulgadas pela prefeitura de que o município já adquiriu o aparelho para exames de ultrassom, e que, em breve, será colocado em funcionamento.

“A população tem que aprender a cobrar seus direitos e nos procurar caso não serem atendidos. E se não tivermos uso correto de verbas, nós iremos fiscalizar, porque somos vereadores e nossos salários são pagos pela população”, concluiu a parlamentar.

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