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Vereadora denuncia caso de violência dentro de Escola Municipal de Cabo Frio

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Letícia Jotta utilizou a tribuna para falar sobre projeto que visa oferecer mais segurança no ambiente escolar

 

 

Thaiany Pieroni

 

Em meio a grande repercussão do caso da professora de Santa Catarina, que foi agredida por um aluno, no início desta semana, a vereador Letícia Jotta utilizou a tribuna na sessão da Câmara dos vereadores, desta terça-feira, 22, para denunciar que Cabo Frio também sofreu com um caso similar nesta semana.

Segundo a vereadora, uma auxiliar de classe foi agredida por um aluno no Colégio Municipal Márcia Francesconi, que fica em São Cristóvão. As medidas cabíveis já foram tomadas e a identidade dos envolvidos está sendo preservada.

O caso foi relatado pela vereadora, que aproveitou o momento para comentar sobre um projeto de lei, de sua autoria, que deverá entrar na pauta nesta quinta-feira. A ideia inicial era de solicitar um técnico de enfermagem ou um enfermeiro para as unidades de educação do município, mas diante dos fatos ocorridos, a vereador decidiu incluir no projeto o pedido para que as escolas do município tenham também a presença de um agente de segurança, podendo ele ser um Guarda Municipal, Policial ou um vigia.

‘Eu tinha apresentado um projeto de lei solicitando a presença de um auxiliar técnico de enfermagem ou enfermeiro em nossas escolas. Mas, diante dessa situação, percebi que o projeto poderia englobar toda essa questão e fizemos uma alteração, que entrará em pauta na próxima quinta-feira. O intuito do meu projeto é oferecer segurança a todos envolvidos na escola, sejam os professores, os auxiliares de classe, os alunos e até mesmo os pais dos alunos”, destacou.

O tema também foi abordado pela vereadora Alexandra Codeço, que falou sobre seu projeto de lei, que solicita a obrigatoriedade de um assistente social dentro de cada unidade escolar. O objetivo é auxiliar os alunos e em casos de agressão entender o que acontece na vida do agressor para evitar que o caso se repita.

“Essa assistente social tem que entrar dentro do lar da criança e entender o motivo dessa agressão”, explicou Alexandra Codeço.

 

 

 

 

 

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