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Vereador de Campos critica possível aliança entre filho de Garotinho e PSC de Wilson Witzel

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Vereador Genésio (PSC) reafirma aliança com Prefeito Rafael Diniz (PSB) e diz que não apoiará união de seu partido com filho dos ex-governadores do Rio, Anthony (PRP) e Rosinha Garotinho (sem partido)

A possível aproximação entre o deputado federal eleito Wladimir Garotinho (PRP) e o governador eleito Wilson Witzel (PSC), com vistas à eleição de 2020, continua rendendo polêmicas em Campos dos Goytacazes.

Ao comentar o assunto com o jornal Folha1, da cidade, o vereador Genásio (PSC), ex-presidente do partido em Campos, afirmou que não apoiará nenhum candidato ligado à família Garotinho, revelando ainda que será o novo líder da bancada do governo na Câmara.

“Sou fiel à base do Prefeito Rafael [Diniz, PSB] com muito orgulho e confiança. Serei o líder do governo a partir de janeiro com o compromisso de varrer os políticos corruptos da política. Não me sento à mesa de organização criminosa. Os meus valores são inegociáveis. Jamais terei o meu nome vinculado a qualquer candidato vinculado a [Anthony] Garotinho (PRP). Sou ficha limpa, defendo prisão e ressarcimento imediato por parte desses lobos que entram na política como ovelhas e se transformam em lobos. Por estes e outros motivos quero distância de qualquer candidato vinculado a Garotinho”, disse o vereador, destacando que abriu mão da presidência do PSC há tempo para o pastor Marcos Elias.

Já Wladimir Garotinho disse ao jornal que é muito cedo para falar em 2020, mas não deixou de alfinetar Genásio. Eleito em outubro, o filho dos ex-governadores do Rio, Anthony e Rosinha Garotinho (sem partido), não negou especulações de uma possível aliança com o PSC de Witzel.

“As pessoas estão comentando especulações e, sinceramente, esse debate não me interessa no momento. Fui eleito deputado federal e tenho muito trabalho pela frente para honrar os votos obtidos e contribuir para ajudar o Brasil a sair da crise. O vereador Genásio é mal visto na direção do PSC, não vai ser a minha ida ou não para a sigla que iria alterar isso. Ele é a pessoa mais sem palavra que conheci desde que comecei a militar na política. Já que ele será o líder do governo, acho bom Rafael abrir o olho”, ironizou o deputado federal.


 

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