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TSE aprova pedidos de registros de 5 candidatos à presidência da república

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Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defere pedidos de registro de candidatura de Cabo Daciolo (PATRI), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (NOVO), Marina Silva (REDE) e Vera (PSTU)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se pronunciou sobre os pedidos de registros de candidatura de 5 dos 13 pretensos candidatos a presidência da república nas eleições gerais marcadas para o dia 7 de outubro deste ano, quando acontece o primeiro turno do pleito para presidente e governadores.

Dos 13 candidatos com pedidos registrados junto à Justiça Eleitoral, apenas Cabo Daciolo (PATRI), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (NOVO), Marina Silva (REDE) e Vera (PSTU) tiveram seus pedidos deferidos, ou seja, aprovados.

Os demais, Alvaro Dias (PODE), Ciro Gomes (PDT), Eymael (DC), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Goulart Filho (PPL) e Lula (PT), ainda aguardam decisão dos tribunais eleitorais.

Governador – O mesmo acontece com os 12 candidatos que ingressaram com pedidos de registro para a disputa pelo Governo do Rio, que ainda não tiveram reposta da Justiça Eleitoral. São eles André Monteiro (PRTB), Anthony Garotinho (PRP), Dayse Oliveira (PSTU), Eduardo Paes (DEM), Indio da Costa (PSD), Luiz Eugenio (PCO), Marcelo Trindade (NOVO), Marcia Tiburi (PT), Pedro Fernandes (PDT), Romário Faria (PODE), Tarcísio Motta (PSOL) e Wilson Witzel (PSC).

Cassado – Enquanto alguns lutam para iniciar um novo mandato nas eleições que ainda elegerão senadores e deputados estaduais e federais, outro perdem, como foi o caso do deputado federal afastado, Paulo Maluf (PP-SP).

Em reunião que decretou o afastamento do ex-governador e ex-prefeito de São Paulo aconteceu na última quarta-feira, 22, e, segundo a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), órgão oficial do governo, todos os membros da Mesa Diretora da Câmara Federal votaram pelo afastamento do deputado.

Maluf teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado, depois de ter confirmada a condenação pode lavagem de dinheiro quando era Prefeito de São Paulo, mandato que exerceu entre 1993 e 1997.

O Tribunal considerou que o Maluf usou contas no exterior para desviar parte de 3 bilhões de reais desviados das obras da Avenida Roberto Marinho e do Túnel Ayrton Senna, entre 1993 e 1996.

Na semana passada, Paulo Maluf sinalizou que poderia renunciar ao mandato, o que não ocorreu, forçando a Mesa Diretora da Câmara Federal a tomar a decisão pelo afastamento do deputado paulista.

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