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Rodrigo Maia desiste de candidatura e partidos da direita se unem ao PSDB na disputa pela presidência

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Presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que desistiu de sua candidatura à presidência para apoiar ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), na disputa

Os partidos de direita finalmente se posicionaram sobre as eleições presidenciais que ocorrerão em outubro desse ano. Na última quinta-feira, 26, PP, PR, PRB, DEM e SD se uniram à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB).

Com a decisão, se confirmou a retirada da candidatura do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que agora vai apoiar o ex-governador de São Paulo nas disputa pelo Palácio do Planalto.

O nome do vice que vai compor a chapa ainda não foi apresentado e segundo Alckmin contou à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), essa deve ser uma escolha coletiva.

Durante o discurso, Alckmin afirmou que a união dos partidos em torno de seu nome acontece em busca de uma virada de página das crises econômica, social e política.

Entre as propostas, ele disse que vai buscar acabar com os problemas de logística e infraestrutura nas regiões norte e nordeste.

Durante a convenção, o presidente do DEM, ACM Neto, leu uma carta em nome do deputado Rodrigo Maia, em que o ele desiste da candidatura à presidência em nome de um esforço comum em torno do nome de Alckmin.

Na carta, Maia disse que arquivou momentaneamente a pretensão de ocupar o Palácio do Planalto e que vai concorrer à vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro, tentando renovar sua vaga no Congresso.

Confirmação – Dentre as novidades surgidas das convenções partidárias ocorridas nesta primeira semana do calendário eleitoral, o MDB divulgou uma carta à nação nesta sexta-feira, 27, confirmando a candidatura do ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB-GO).

Dizendo não ter tido tempo se referindo aos 2 anos em assumiu a presidência da república após o golpe político-institucional liderado pelo ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (MDB-RJ), atualmente preso, que culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o partido defende a continuação na presidência, que MDB nunca conseguiu através do voto direto.

Assinada pelo presidente do partido, o senador Romero Jucá (MDB-RR), que também é alvo de investigações de corrupção, a carta defende a candidatura de Meirelles e diz que o partido quer “continuar o trabalho” desenvolvido por Michel Temer (MDB).

Apesar do apoio anunciado do partido, a candidatura do ex-ministro enfrenta resistências dentro do MDB, principalmente entre caciques do Nordeste, mas Meirelles garantiu à EBC que conta com o apoio da maioria da sigla para ter seu nome confirmado como candidato no próximo dia 2 de agosto, durante a convenção emedebista, que acontece em Brasília.

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