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Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2017 entra em pauta na Câmara de Macaé

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Em sua última sessão ordinária desta semana, a Câmara Municipal de Macaé teve uma quarta-feira tranquila, mesmo com a chegada à pauta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) visando o exercício de 2017.

Colocado em primeira discussão, o projeto foi recebido com diversas ressalvas pelos vereadores da oposição, que não perderam a oportunidade de criticar o atual governo, e, por conseguinte, o texto da lei.

Como o trâmite do projeto requer uma nova sessão para que seja realizada uma segunda discussão e então, a votação do projeto, os vereadores da base governista guardaram os argumentos em defesa da lei para o momento decisivo, quando o projeto retornará à plenária para ser votado.

“Está aberto o período dos vereadores fazerem emendas na LDO”, declarou o Presidente da Câmara, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), ao encerrar a primeira discussão, nesta quarta-feira, 31 de agosto.

Com muitos requerimentos sobre problemas na saúde e na segurança pública, feitos pelos parlamentares governistas, os vereadores da oposição, principalmente o candidato a prefeito Igor Sardinha (PRB) e seu vice, Amaro Luiz (PSB), não perderam a oportunidade de questionar o momento em que as melhorias para a cidade estavam sendo requeridas, há pouco mais de um mês das eleições.

Mas o vereador Manoel Francisco (PPS) rebateu as críticas, alegando que independente do momento político da cidade, as melhorias são importantes para a população, que tanto precisa das ambulâncias solicitadas pelo vereador Guto Garcia (PMDB) e da segurança dos Departamentos de Polícia Organizada (DPOs), todas solicitações voltadas para a região serrana do município.

Sobre o problema das ambulâncias, o Presidente da Câmara, que já foi Secretário de Saúde no município, lembrou, porém, que não acredita que a presença dos veículos nos postos de saúde seja a melhor solução para o problema.

“Eu vou votar favorável, mas não acho que seja a melhor solução. Quando eu fui Secretário de Saúde, nós constatamos que o atendimento demorava uma hora. Depois da implantação do 192,  feito por nós, passou a levar 20 minutos. Eu continuo acreditando que a ambulância no postinho não dá certo. Porque o postinho não tem carro e a ambulância acaba servindo para todo tipo de serviço, até burocrático, menos para atender paciente, como era na minha época como Secretário e como acredito que ainda é hoje. Por isso a gente adotou o 192, que eu continuo acreditando ser a melhor maneira de atender. Acho que a ambulância no postinho é uma solução ruim, mas se é essa a solução, que seja”, ponderou Dr. Eduardo, antes de votar favorável ao requerimento.

 

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