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Dr. Eduardo questiona prefeitura sobre como é calculado IDH de todos os bairros de Macaé

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Ao centro, Presidente da Câmara de Macaé, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), cobrou da Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade informações sobre métodos para calcular Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que influencia em gratificações de servidores da Educação

O presidente da Câmara Municipal de Macaé, Dr. Eduardo Cardoso (PPS) teve aprovado nesta quarta-feira, 23, um requerimento pedindo à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade explicações sobre como é calculado o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de todos os bairros da cidade.

A proposição pede à pasta que envie relatórios a fim de esclarecer ao parlamento os critérios e métodos adotados para chegar ao resultado, que, segundo o ex-secretário de Educação e atual vereador, Guto Garcia (PMDB), é usado para conferir ou não gratificações aos servidores da Educação.

“A verdade é que, no nosso convívio, e isso até um erro nosso, pensávamos que as gratificações para os servidores da Educação eram dadas usando 3 critérios que são área de risco, área de difícil acesso e IDH, mas o vereador Guto, que foi secretário da pasta, já explicou aqui diversas vezes que área de risco e de difícil acesso não existem mais, e que a pasta Só IDH. Então queremos saber porque, em escolas em locais bem parecidos, com as mesas dificuldades, numa escola os profissionais recebem a gratificação e na outra não”, explicou Dr. Eduardo.

O vereador disse ainda que não é contra as gratificações, mas que gostaria de entender como é calculado o IDH de cada localidade da cidade e disse achar difícil que o IDH de comunidades como a Nova Holanda seja tão diferente de outras comunidades do município, que possuem problemas semelhantes.

“Eu sou a favor da gratificação, não sou contra não. Mas sou a favor também que todos os servidores que trabalham em áreas de baixo IDH recebam igualmente. Não pode um servidor receber e o outro não, se os bairros têm condições que eu acho que são bem parecidas. Então eu quero entender como isso é feito”, justificou.

Ex-líder do governo na Casa, o Dr. Márcio Bittencourt (PMDB) lembrou ainda, sem citar exemplos, que existem escolas no município localizadas no mesmo bairro, ou seja, onde o IDH, pelo menos teoricamente, é o mesmo, mas uma escola recebe e a outra não.

“Tem outra coisa estranha. Como é que pode uma escola do lado da outra, as duas no mesmo bairro, e os servidores em uma escola receberem, e os da outra, no mesmo bairro, às vezes uma do lado da outra, não receberem? Isso é ainda mais estranho”, questionou Dr. Márcio.

Depois dos debates, dos quais, dessa vez, o ex-gestor da Educação e atual vereador, Guto Garcia, preferiu não participar, o requerimento do presidente da Câmara foi aprovado por unanimidade e será encaminhado à pasta do Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade.

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