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Presidente da Câmara de Macaé comemora avanço em proposta de auxílio gás do governo federal

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Em sessão ordinária na manhã desta quarta-feira, 8, o presidente da Câmara Municipal de Macaé, vereador Cesinha (PROS) adiantou que o governo federal irá lançar um programa de auxílio para a compra de gás de cozinha para a população que ganha abaixo de 1 salário mínimo.

O vereador contou que, durante a visita do ministro de Minas e Energias, Bento Albuquerque, a Macaé, pediu ao ministro avanços no programa social do auxílio gás, que trará recursos federais para a população em situação de vulnerabilidade social.

A conversa teria tido a participação também do deputado federal de Macaé, Christino Áureo (PP), que foi relator da Lei 14.237, de 2021, que tramita no Congresso.

Mas de acordo com Cesinha, o projeto será aprovado com um orçamento de 300 milhões de reais, beneficiando quase 5,5 milhões de famílias, confirmando reportagem do site da Câmara Federal, que prevê que o auxílio seja disponibilizado até 2023.

“Hoje nós podemos anunciar para toda a sociedade brasileira que vão ter 300 milhões direcionados ao auxílio gás, e hoje, praticamente, em torno de 5,5 milhões de famílias vão ser contempladas. E hoje eu tenho o prazer e o orgulho de falar que, em Macaé, 19 mil famílias vão ser contempladas com o auxílio gás de 50% de desconto no gás de cozinha. E isso é um avanço, nesse momento, de pós-pandemia, que não acabou ainda, o pós-pandemia, a gente vê aí uma discussão sendo elevada em mais uma cepa chegando aí no cenário, e a gente tem que discutir esse tema sim. A gente pode oferecer a essas famílias uma condição para que essas famílias possam comprar o botijão de gás. E esse auxílio de 60 em 60 dias hoje corresponde a praticamente a 50 ou 55 reais de desconto nessa compra do gás de cozinha”, comemorou Cesinha.

Durante o anúncio, o presidente da Câmara de Macaé revelou ainda que trabalha junto ao prefeito Welberth Rezende (CIDADANIA), para a criação de um auxílio municipal que possa complementar o valor do gás de cozinha, com os outros 50% restantes.

“E a gente vê a importância. E eu tenho discutido também com o prefeito Welberth, no papel dele de Executivo, se ele não pode contemplar os outros 50% porque daí vai ser um programa, 50% do governo federal, 50% do Executivo [municipal], para poder contemplar, de fato, essas 19 mil famílias, o poder de comprar o seu botijão de gás e também comprar o seu alimento”, acredita Cesinha.

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