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Prefeitura de Macaé se prepara para efetivar pagamentos da 12ª do Bolsa Alimentação neste mês de março

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Com a entrada no mês de março nesta semana, a Prefeitura de Macaé reforçou as informações sobre as mudanças nos pagamentos do auxílio emergencial do programa Bolsa Alimentação, que beneficia alunos da rede pública municipal de ensino.

O município lembra a partir deste mês, os beneficiários cadastrados no programa não receberão mais o pagamento através do cartão ou por ordem de pagamento, já que a 12ª parcela do auxílio emergencial será paga apenas em conta corrente ou poupança.

Por isso, a prefeitura alerta aos pais e responsáveis pelos alunos matriculados na rede pública municipal e cadastrados no Bolsa Alimentação para a necessidade da abertura de contas correntes ou contas poupanças para continuar recebendo o benefício.

Proposto com o valor de 100 reais, o auxílio emergencial do Bolsa Alimentação teve seu valor dobrado para 200 reais após a Câmara Municipal aprovar a liberação de 5,3 milhões de reais do Fundo do Legislativo.

Em entrevista nesta segunda-feira, 1, a uma rádio local, o prefeito Welberth Rezende (CIDADANIA) garantiu que os pagamentos do programa são mantidos mesmo após a retomada das aulas presenciais, conforme previsão do plano de retomada do município.

“Nesta fase de retorno, a alimentação dentro das escolas ainda não será permitida. As crianças que forem às aulas irão receber lanches. Por isso, a Bolsa Alimentação vai ser mantida neste período inicial”, assegurou o prefeito.

Seguindo o plano de retomada das atividades escolares presenciais em Macaé, as aulas presenciais chegaram a voltar para 11 creches particulares da Educação Infantil nesta segunda-feira, mas devido ao município voltar para a bandeira laranja da pandemia do coronavírus, as aulas foram paralisadas novamente nesta terça-feira, 2.

O benefício do Bolsa Alimentação foi criado na gestão do ex-prefeito Dr. Aluízio (sem partido) após a paralisação das aulas, em março de 2020, devido aos riscos da pandemia, para tentar minimizar os impactos da falta da merenda escolar, considerada uma das principais refeições diárias na vida de crianças e jovens matriculados na rede pública municipal e que vivem em situação de vulnerabilidade social.

“Quanto aos pagamentos da 10ª e 11ª parcela, quem teve problema no recebimento do auxílio, ou seja, tiveram as contas com recusa, devem procurar a escola [pública] municipal para atualizar os dados. O processo da Bolsa Alimentação envolve um cadastro, em que o próprio beneficiário informa os dados bancários e CPF. Qualquer inconsistência nessas informações impossibilita o pagamento. Entre os principais motivos para recusa das contas estão: CPF diferente do cadastrado no Bolsa Alimentação; número de agência e [número de] conta errados; informação de conta errada (informa número da conta corrente e é conta poupança, ou vice-versa); titular da conta não é o responsável pela recebimento; e conta bloqueada”, detalhou a prefeitura.

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