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Prefeitura de Macaé se mostra otimista com possibilidade de desenvolvimento econômico neste início de 2019

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Além de protagonista no Estado do Rio junto à indústria do petróleo, cidade de Macaé é vista com enorme potencial turístico a ser explorado, permitindo a geração de emprego e renda no município

A cidade de Macaé vive a expectativa por uma fase de retomada do desenvolvimento da economia, de investimentos e de geração de empregos em 2019. E não apenas no setor do petróleo, que movimenta a maior fatia da economia da cidade.

“Porto virando realidade, aeroporto sendo licitado, a melhor cidade do interior para investir, a força do turismo reconhecida e para melhorar de vez: os empregos voltando”, comemorou o Prefeito Dr. Aluízio (sem partido) segundo o site da prefeitura.

Com boas relações durante a campanha com o deputado federal Felício Laterça (PSL) e com o Governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), o chefe do Executivo macaense agradeceu ao governador pela inclusão do Terminal Portuário de Macaé (Tepor) nas prioridades da sua gestão para os próximos 180 dias.

“A iniciativa do governador vem ao encontro das medidas tomadas pelo município com vistas à retomada do desenvolvimento local, com consequente geração de empregos e renda”, celebrou a prefeitura, lembrando a sanção do programa Avança Macaé, que tem como objetivo a injeção de novos recursos e investimentos no município.

O governo municipal recorda ainda que a cidade foi a única do interior entre as 20 melhores cidades do país para fazer negócios, ocupando a 3ª posição do Estado do Rio e a 17ª no país no ranking com maior potencial de investimentos segundo a Revista Exame.

“Macaé vem se reafirmando como protagonista no cenário de óleo e gás nacional”, analisa a prefeitura.

O governo macaense ressalta que a pesquisa se baseia nos indicadores de desenvolvimento econômico, capital humano, desenvolvimento social e infraestrutura, e que o estudo destaca regiões do país com maior oportunidade de crescimento e atrativas para o desenvolvimento de negócios, considerando condições e infraestrutura disponíveis.

No balanço de 2018, Macaé terminou o ano em posição de destaque na arrecadação de royalties, sendo a 3ª cidade do Estado do Rio, e a 1ª do Norte Fluminense, com 534,3 milhões de reais arrecadados em todo ano passado.

O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Gustavo Wagner, lembrou ainda que desde o segundo semestre do ano passado, a oferta de empregos na área de construção, montagem e manutenção no segmento offshore tem sido constante.

“A absorção de homens de área, caldeireiro, taifeiro, solda e automação tem sido o perfil de vagas nesse setor. Além disso, já no primeiro trimestre de 2019, existe a expectativa do início da obra da termelétrica dois, sendo a primeira do conjunto de termelétricas que compõem a retroárea do Tepor”, analisou o secretário.

Assessor da pasta, Rodrigo Vianna, que representa a Comissão de Licenciamento Municipal, chegou a afirmar ao site da prefeitura que o mercado imobiliário empresarial também está em recuperação.

“O empreendedor está desarquivando seus projetos e, também, lançando novos produtos. A motivação é a retomada da economia. O estoque, produzido em 2014 e 2015, por exemplo, já está sendo consumido, por isso, o retorno da produção”, detalhou o assessor.

O governo municipal recordou também que as obras atuais de reforma estrutural da pista do aeroporto vão garantir o aumento do PCN (Paviment Classification Number), que permitirá o retorno dos voos comerciais, através da operação de aeronaves que trafegam hoje nas rotas aéreas regionais.

“Os trechos em reforma irão ampliar a referência de resistência da pista para ATR 72 (70 passageiros), com previsão de entrega para primeiro trimestre de 2019. A expectativa é liberar a pista para operação e o processo de certificação pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) irá acontecer em paralelo”, acrescentou a prefeitura.

No início deste ano, conforme o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL) revelou em sua conta no Twitter, o Aeroporto de Macaé está entre os 12 do país que tiveram sua concessão aprovada pelo Programa de Parcerias de Investimento (PPI), com a definição de regras do leilão de 3 blocos.

Além de atender a exploração e produção offshore de petróleo e gás da Bacia de Campos, a reforma da pista do aeroporto é vista como fator de desenvolvimento econômico também para o setor do turismo devido às belezas naturais de Macaé, e ao potencial de atração de investimentos, somado à excelente capacidade hoteleira da cidade e à boa oferta gastronômica, fatores capazes de fazer a cidade alçar voos mais altos literalmente no setor.

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