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Prefeitura de Macaé e Firjan atuam para fortalecer movimento em prol do novo Marco Legal do Gás, do governo federal

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Em audiência pública realizada no início deste mês, realizada pela Agência Reguladora de Gás Natural do Estado do Rio (Agenerj), o prefeito de Macaé, Welberth Rezende (CIDADANIA), voltou a debater a abertura do mercado de gás no Rio.

A pauta vem sendo debatida mais fortemente em Macaé desde a última edição da Feira Brasil Offshore, em 2017, e vem avançando, com a sanção do novo Marco Legal do Gás, em abril desse ano, pelo governo federal.

Durante o encontro realizado por videoconferência, o prefeito Welberth Rezende colocou a cidade, uma das mais importantes para a economia fluminense, à disposição para contribuir na construção da regulação definitiva do Marco Legal do Gás.

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan), a sanção do novo Marco Legal do Gás já vem atraindo novos investimentos à região do entorno da Bacia de Campos, que já tem confirmada a instalação de uma plataforma no pré-sal que terá gasodutos interligados ao Terminal de Cabiúnas (TECAB), da Petrobras.

Localizado em Macaé, o TECAB foi citado pelo prefeito Welberth Rezende durante o encontro virtual da Agenerj, lembrando que o terminal é o maior de processamento de gás de toda a América Latina.

O prefeito de Macaé acrescentou que, assim como aconteceu na década de 1970, quando a Petrobras se instalou em Macaé, o município vive atualmente o alvorecer de um novo ciclo de desenvolvimento, desta vez, ancorado no mercado de gás e na geração de energia elétrica.

Segundo a Firjan, a expectativa é de que Macaé comporte um total de 12 novas termelétricas nos próximos anos, dando novas provas do potencial de diversificação do seu parque industrial, e contribuindo para a geração de emprego e renda na região.

Também participaram da audiência pública da Agenerj, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda de Macaé, Rodrigo Vianna, e o secretário adjunto de Políticas Energéticas, Juninho Luna.

“Macaé está atenta e quer contribuir para aumentar a competitividade do Estado do Rio de Janeiro e de seus municípios produtores [de petróleo], com relevância na produção de geração de energia, como hoje se apresenta Macaé”, avaliou Rodrigo Vianna.

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