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Prefeito de Macaé, Dr. Aluizio, decreta instituição da Carteira de Identificação de pessoas autistas

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Da redação

O prefeito de Macaé, Dr. Aluizio, decretou (007/2020) a instituição, no município, da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O documento deverá conter a sigla CIPTEA, com objetivo de permitir a identificação das pessoas diagnosticadas com TEA (Transtorno do Espectro Autista).  Ainda de acordo com o decreto, a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista permite prioridade em atendimentos e no acesso a serviços públicos e privados.

A instituição do decreto foi comemorada pelo empresário João Lemos e pelas coordenadoras do MOPAM (Motivados pelo Autismo Macaé), que desde 2017 se colocou à disposição da sociedade macaense para ajudar no processo de conscientização do autismo. Uma das ações foi o início de palestras informativas ministradas gratuitamente pelo Mopam às escolas públicas ou particulares, igrejas, empresas e outros segmentos, para apresentar dados importantes sobre o TEA.

Para o empresário João Lemos, o Decreto nº 007/2020 é uma vitória importante para a comunidade autista de Macaé. “Por meio dele, o poder público terá dados que possibilitarão a criação de políticas que beneficiem a pessoa com transtorno do espectro autista. Além de conferir prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social. Agradecemos ao prefeito Dr. Aluizio pelo atendimento de mais essa demanda”.

A coordenadora do Mopam, Caroline Mizurine, ressaltou que durante toda a jornada, o movimento sempre se preocupou com a ausência de um número oficial que pudesse retratar o atual cenário do autismo em Macaé, de forma que o Poder Executivo pudesse otimizar os recursos para atender à crescente demanda. “Entendemos que o decreto é de suma importância para a comunidade autista de Macaé, pois será capaz de contabilizar o número de diagnósticos, independente da posição social da família do autista, fomentando a promoção de políticas públicas específicas, considerando as particularidades inerentes ao transtorno”.

 

Crédito: Divulgação

 

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