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Políticos macaenses com contas irregulares no TCE atuam como cabos eleitorais

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Na última quarta-feira, 3, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) divulgou uma lista com 1.154 nomes de gestores que tiveram contas públicas julgadas irregulares nos últimos 8 anos.

Entre eles estão alguns nomes bem conhecidos pelos eleitores de Macaé, como os ex-prefeitos Riverton Mussi (PDT) e Sylvio Lopes, a candidata a vereadora, Carla Mussi (PDT), e o líder do PP na cidade, o ex-vereador Paulo Lessa.

A lista do TCE, porém, não é definitiva para avaliar os direitos políticos dos citados, que esperam decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber se poderão ou não se candidatar nas eleições municipais de outubro deste ano.

Mesmo assim, Riverton, que está inelegível desde 2014, e Paulo Lessa, continuam usando seus nomes na tentativa de atrair votos durante as campanhas, atuando como cabos eleitorais, sem parecer se importar muito com a repercussão negativa de suas irregularidades na gestão pública.

No último dia 23 de julho, os dois políticos estiveram juntos na convenção do PDT, que reuniu representantes de outros 11 partidos, na antiga sede da Câmara Municipal, para demonstrar seu apoio ao candidato à prefeitura da cidade, o vereador Chico Machado (PDT).

Outro que também esteve na convenção do PDT, e que também aparece na lista dos gestores com contas irregularidades do TCE, foi o Prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos, que é presidente estadual do PHS, partido que apoia a coligação, que reúne ainda PEN, PRTB, PRB, PTdoB, PSL, PP, PSC, PTC, SD e DEM.

Tunan Teixeira

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