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Petrobras recua e decide reajustar preço de combustíveis depois de ataques à estatal petroleira da Arábia Saudita

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Apesar de o governo e a própria Petrobras terem garantido que os ataques à petroleira Saudi Aramco, da Arábia Saudita, não afetariam os preços da estatal brasileira, os combustíveis começam a semana mais caros nas refinarias da Petrobras.

O anúncio foi feito na noite da última quarta-feira, 18, com reajuste de 3,5% e 4,2% nos preços, respectivamente, da gasolina e do óleo diesel, que passaram a valer no dia seguinte nas vendas de refinarias para distribuidoras.

O reajuste, porém, não gera impacto nos preços dos combustíveis na bomba dos postos, já que pela política nacional, os postos têm autonomia para gerir seus preços. Na última segunda-feira, 16, a Petrobras divulgou nota sobre o bombardeio de refinarias na Arábia Saudita, responsável pela produção de 5% do petróleo mundial, o que gerou uma imediata elevação dos preços dos combustíveis no mundo.

Na ocasião, a estatal brasileira e o presidente da república afirmaram que a Petrobras continuaria monitorando os preços do petróleo e não faria um ajuste de forma imediata, o que acabou não acontecendo.

O último reajuste da gasolina no Brasil havia sido em 5 de setembro, e o do diesel, em 13 de setembro. Em sua página na internet, a Petrobras explica como funcionam o mecanismo e as decisões de formação de preços dos combustíveis por ela vendidos.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explicou a empresa.

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