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Petrobras lança selo de comemoração dos 40 anos da Bacia de Campos

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Selo foi lançado na base da Praia Campista, em Macaé, em parceria com os Correios

 

 

 

Tunan Teixeira

 

Nesta quinta-feira, 31, a Petrobras, em parceria com os Correios, lançou um selo de comemoração pelos 40 anos da exploração na Bacia de Campos, que se iniciou em 1977, com a extração de óleo no campo de Anchova.

O evento, realizado na base da Praia Campista, em Macaé, contou com a presença de diversas personalidades da cidade, como o Prefeito Dr. Aluizio (PMDB), que representou a Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), que participou do lançamento do selo e recebeu uma placa comemorativa do aniversário da atividade de exploração da bacia.

Além dele, também participaram da homenagem João Pedro Aparecido Romano, representante da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero); Emerson Rodrigues Esteve, pela Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM); Leonardo Garcia de Lima, da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT); Dr. Luís Porto, do Hospital São João Batista; Francisco Mancebo Agostinho, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan); entre outras personalidades.

Durante o evento, o gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Petrobras na Bacia de Campos (UO-BC), Marcelo Batalha, voltou a ressaltar a importância da cidade de Macaé para o futuro da estatal, e falou novamente sobre os planos de investimentos para a Bacia de Campos, que constam no Plano de Negócios e Gestão (PGN) 2017-2021 da empresa.

“Nos nossos planos de investimentos para a Bacia de Campos, que constam no PGN, há 48 projetos a serem implantados, que resultarão em um investimento de 10 bilhões de dólares até 2021. A previsão é de que isso gere uma recomposição na produção. Assim como acontece em toda atividade exploratória, quando se começa a explorar uma reserva mineral, sabe-se que os recursos ali são finitos. Para não haver uma queda brusca na produção, estima-se uma queda de 10% ao ano. Com esses investimentos, nossa expectativa fazer essa recomposição para reduzir essas perdas. Mas como isso acontece? Porque hoje a tecnologia permite localizar óleo onde não tínhamos localizado ainda, como é o exemplo do pré-sal em Marlim Sul, e a possibilidade de investir nos campos maduros, que estão atingindo um declínio natural em relação às previsões de nós tínhamos há 40 anos. Dos 10% anuais, nós conseguimos fazer uma recomposição que reduziu, em 2016, essa queda para 6% na Bacia de Campos”, detalhou Batalha.

Foto: Igor Faria

 

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