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Partido com grande representatividade na região, PPS espera homologação do TSE para mudar de nome

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Afiliados do PPS votam pela mudança de nome do partido para Cidadania em congresso, vencendo a outra sugestão, que era Liberdade

Em congresso extraordinário realizado em Brasília no fim de março, o PPS, partido de grande representatividade na região, anunciou a intenção de mudar seu nome para Cidadania, seguindo a linha de outras siglas que estão extinguindo a palavra “partido”.

Na região, o partido conta com 1 prefeito, Rafael Diniz, de Campos dos Goytacazes; e 13 vereadores, sendo 1 em Macaé, Dr. Eduardo Cardoso; 3 em Campos, Abu, Fred Machado e Fábio Almeida; 2 em Rio das Ostras, Rodrigo da Aposentadoria e Braga; 1 em Casimiro, Ramon Gidalte; 3 em Cabo Frio, Guilherme Moreira, Miguel Alencar e Vaguinho; 1 em Arraial do Cabo, Luciano Tequinho; 1 em Iguaba Grande, Vantoil Martins; e 1 em Araruama, Russo; além de 1 deputado estadual de Macaé, o ex-vereador Welberth Rezende.

Após a votação que decidiu, por maioria, pela mudança de nome, o presidente do partido, Roberto Freire, destacou que a sigla continuará sendo defensora da liberdade e dos povos, afirmando que a transição foi feita em clima de “festa”, diferentemente do que ocorreu há 27 anos, na transição do antigo PCB (Partido Comunista Brasileiro) para o PPS.

“Eu fui derrotado quando estávamos definindo o nome que iria suceder o PCB. Eu defendi Partido Democrático de Esquerda, mas fui vencido pelo nome PPS. Trago isso para demonstrar que aquela mudança foi dramática. Hoje, contudo, foi uma festa. Àqueles que defenderam pelo nome Liberdade, saibam que esse partido sempre foi defensor da liberdade. Sempre na ideia da liberdade, do ser humano e sem o conceito de estrangeiro, porque somos fraternos e iguais”, disse Roberto Freire.

No site do partido, ainda constam os 2 nomes, PPS e Cidadania, com a inscrição “Cidadania 23 – Sucesso do PPS”, já que a sigla ainda não conseguiu que mudança do nome fosse homologada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com a Carta de Princípios do Cidadania, elaborado e aprovado na ocasião, o partido reafirma o compromisso “em construir uma política na qual a participação cidadã inclua diferentes segmentos da sociedade, que são hoje minoritários em representação, como mulheres, negros, indígenas, LGBTI+, pessoas com deficiência e jovens”.

Perguntado sobre a mudança de nome, o presidente da Câmara de Macaé, Dr. Eduardo Cardoso, falou sobre a possibilidade de deixar a legenda caso a mudança abra a janela partidária, já que, em teoria, poderia significar o surgimento de um novo partido.

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