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Pagamento da 6ª parcela do Bolsa Alimentação começou nesta terça-feira, 15, para diversos beneficiários

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Começou nesta terça-feira, 15, o pagamento da 6ª parcela do Bolsa Alimentação para os beneficiários do auxílio emergencial conferido aos mais de 42 mil alunos matriculados da rede pública municipal de Educação de Macaé que recebem via conta corrente e ordem de pagamento.

O anúncio foi feito pela prefeitura nesta segunda-feira, 14, lembrando que também nesta terça foi liberado o valor de parcelas anteriores para os beneficiários que tiveram problemas no recebimento com dados no cadastro.

“O pagamento direto na conta visa evitar aglomerações de pessoas nas agências bancárias, seguindo a política de distanciamento social. O auxílio será concedido para 40.235 alunos matriculados na rede municipal”, contou a prefeitura.

De acordo com o governo municipal, os beneficiários que recebem via ordem de pagamento podem fazer retirada em qualquer agência do Banco Itaú, sendo necessária apenas a apresentação de documento de identidade com CPF válido.

A prefeitura pede ainda que os beneficiários respeitem o cronograma de pagamento, indo ao banco somente no dia indicado, conforme cronograma que segue até dia 28 de setembro, de acordo com as listagens disponíveis no site do município.

“Quem não tiver conta no Itaú receberá por portabilidade”, ressaltou a prefeitura.

Os pagamentos da 6ª parcela do Bolsa Alimentação e as parcelas anteriores para quem teve problemas com dados do cadastramento, continuarão nesta quinta-feira, 17, com a liberação do crédito para quem recebe pelo cartão.

“É prioridade do governo municipal que todos os alunos matriculados na rede municipal de ensino recebam o auxílio de 200 reais, em decorrência da situação de emergência devido à suspensão das aulas por conta da pandemia do coronavírus”, explicou a prefeitura.

Proposto no valor de 100 reais, o auxílio emergencial teve seu valor dobrado para 200 reais após aprovação, pelos 17 vereadores da Câmara Municipal, da destinação de 5,3 milhões de reais do Fundo do Legislativo, para o Executivo.

O benefício visa reduzir o impacto da falta da merenda escolar, considerada principal refeição diária para crianças e jovens matriculados na rede pública municipal de ensino, que estão com as aulas paralisadas desde 16 de março, no início da pandemia.

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