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Operação de óleo no Porto do Açu em 2018 tem crescimento de 235% em relação a 2017

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Operação dos novos navios teve investimentos de 400 milhões de reais em dragagem de aprofundamento do canal e da bacia de evolução para 25 metros para adequação de terminal

Com a realização de 40 operações de transbordo de petróleo em 2018, a parceria entre a Prumo Logística e a Oiltaking rendeu a Açu Petróleo, que opera no Porto do Açu, uma alta de 235% comparando com as operações realizadas em 2017.

A empresa totaliza 61 operações desde o início das suas atividades, e esse rápido crescimento pode representar um marco para a empresa, que começou a operar há pouco mais de 2 anos e meio, em agosto de 2016.

Além disso, em 2018, a Açu Petróleo realizou sua primeira operação com navios do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier), que tem capacidade de armazenamento de até 2 milhões de barris de petróleo bruto, e um custo de investimentos de 400 milhões de reais em dragagem de aprofundamento do canal e da bacia de evolução para 25 metros para conseguir operar este tipo de navio.

Ainda no ano passado, 9 VLCCs realizaram operações de transbordo no terminal. E com as obras para adequação, o T-Oil passou a ser o único terminal privado no país com capacidade para receber navios tipo VLCC.

“No Terminal da Açu Petróleo, a operação de transbordo é realizada em área abrigada por quebra-mar, possibilitando uma operação rápida e segura, sendo muito pouco afetada por condições climáticas adversas, o que se reflete em um menor custo global para os nossos clientes. Esse é o nosso diferencial”, teria afirmado o CEO da Açu Petróleo, Victor Bomfim, segundo o jornal campista Folha1.

O terminal T-Oil tem capacidade para realizar 3 operações de transbordo de petróleo simultaneamente e é licenciado para movimentar até 1,2 milhão de barris de petróleo por dia, e para este ano, as expectativas são de crescimento das operações e de novos investimentos.

“Com a retomada da indústria de óleo e gás e a previsão de crescimento de 70% da produção de petróleo no Brasil nos próximos 10 anos, será necessária uma logística eficiente para dar suporte à curva crescente de exportação, que deve mais que dobrar. Neste cenário, iremos também dar início aos trabalhos de investimento em um Parque de Tancagem de óleo cru no terminal, que também deverá contar com os serviços de tratamento, blending e de-watering”, analisou Victor Bomfim.

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