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Governador do Rio, Wilson Witzel, quer congelar piso salarial do Estado até 2020

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Governador Wilson Witzel (PSC) justificou proposta de congelamento salarial do Estado do Rio dizendo que salário dos trabalhadores estaduais seria um dos fatores que contribui com a baixa geração de empregos no Estado

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), enviou à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) um projeto de lei que propõe o congelamento do piso salarial do Estado do Rio pelos próximos anos, ou seja, até o final de 2020.

Além dos 2 anos sem qualquer tipo de reajuste, o governador justificou no texto da proposta que, de acordo com o governo, o piso salarial do Estado “desempenha papel preponderante” na baixa geração de empregos.

Ainda segundo a justificativa que acompanha o Projeto de Lei 44, de 2019 (PL44/19), os sindicatos dos trabalhadores queriam um aumento de 6,95%, enquanto os patronais propunham apenas 1,22%.

“Todavia, acredito haver fundamentos suficientes para que não haja qualquer reajuste no piso salarial estadual”, diz o texto, com uma série de gráficos.

De acordo com fontes ouvidas pela colunista Berenice Seara, que assina a coluna Extra, Extra, do jornal Extra, da capital fluminense, que o projeto, como está, não passará pelas discussões dos deputados estaduais, mesmo com a maioria da base governista, que devem conceder um reajuste com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

Ligações curiosas – Rivais durante a campanha eleitoral, o governo Witzel e o PT estariam mais ligados do que um simples e suposto apoio velado à eleição do deputado estadual André Ceciliano (PT) à presidência da Alerj.

Ao menos, é o que pode indicar a nomeação do petista Rodrigo Abel, no último dia 4, para a chefia de gabinete da liderança do governo no Legislativo, que é exercida pelo deputado estadual Márcio Pacheco (PSC).

Abel, que foi candidato a vereador pelo PT em 2012, passou pela Prefeitura do Rio, onde foi nomeado subsecretário de Proteção Social Especial no governo do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), quando o comandante do Desenvolvimento Social era o também petista Adílson Pires.

Outro detalhe curioso apontado pela coluna Extra, Extra, que traz essa informação, é que nas eleições de outubro do ano passado, Rodrigo Abel fez campanha por Paes, principal rival de Witzel durante a disputa pelo governo estadual.


 

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