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Firjan e Prefeito de Macaé, Dr. Aluizio, comemoram resultado do leilão do Cessão Onerosa do Pré-Sal

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Realizado nesta quarta-feira, 6, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o leilão do Excedente da Cessão Onerosa foi considerado um novo marco para o mercado brasileiro pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Em sua página no Twitter, onde é bastante atuante, e comenta diversos assuntos da atualidade, o Prefeito de Macaé, Dr. Aluizio (sem partido), também comemorou o resultado leilão que arrecadou quase 70 bilhões de reais.

“Tá na hora de trabalhar... É hoje!”, escreveu o prefeito antes do leilão, e depois do resultado, publicou uma reportagem do jornal O Globo que falavam em geração de até 400 vagas de emprego até 2022.

De acordo com a Firjan, o leilão de cessão onerosa foi recorde mundial em bônus de assinatura antes mesmo de acontecer devido à exploração das áreas com volumes de jazidas identificadas permite retornos mais rápidos ao mercado.

“A exploração das áreas com volumes de jazidas identificadas, que já acontece como fruto de um modelo único no Brasil, permitirá retornos mais rápidos, na medida em que a principal reserva foi arrematada pela Petrobras em parceria com as companhias chinesas [CNODC Brasil e CNOOC Petroleum]”, explicou a Firjan em nota após o leilão.

Ainda segundo a Federação das Indústrias fluminenses, apesar de não ter atingido a arrecadação esperada, que girava na casa dos 106,5 bilhões de reais, os recursos arrecadados pelo governo federal serão distribuídos entre a própria Petrobras, que já fez investimentos na área, restando cerca de 36 bilhões de reais a ser divididos entre a União, os estados e os municípios produtores.

“Na distribuição do bônus, o Estado do Rio receberá um percentual maior que os demais estados, dado que as áreas da Cessão Onerosa ficam localizadas em águas marítimas fluminenses. Da mesma forma que os royalties devem permanecer com os estados e municípios produtores, o bônus de assinatura também é uma participação governamental paga como compensação financeira pela permissão de exploração da área”, esclareceu a Firjan.

O resultado foi comemorado na região porque os 2 blocos arrematados pela Petrobras, mesmo localizados na Bacia de Santos, devem ser responsáveis pelo aumento da produção de gás natural, cuja maioria virá para o Terminal de Cabiúnas, em Macaé, mas o pouco interesse do mercado internacional chamou a atenção.

Das 14 empresas habilitadas, apenas 7 compareceram ao leilão, e apenas as duas chineses que arremataram 10% da área mais cobiçada do consórcio em parceria com a Petrobras que ficou com 90% dessa área e 100% de outra. As outras duas áreas oferecidas não receberam nenhuma oferta.

A Firjan acrescentou ainda que o grande diferencial deste leilão é que as áreas licitadas já estão em produção, o que agiliza a transformação desses recursos em riquezas, gerando uma expectativa de investimento que deve ultrapassar 50 bilhões de dólares, algo que deve se refletir em encomendas para a indústria e na geração de novos postos de trabalho e renda para a sociedade.

“As atividades de desenvolvimento da produção, tratamento, escoamento e todas as demais atividades relacionadas contribuem para que o atual cenário de demanda do Brasil na próxima década, que já está entre os maiores do mundo, seja ampliado, e acrescente novas plataformas, novas infraestruturas de apoio, sistemas submarinos, entre outros, o que por consequência, vai demandar mais tecnologia, mais capital humano, e, portanto, gerar mais renda para empresas, governos e indivíduos”, concluiu a Firjan.

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