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Feira de São Cristóvão, no Rio, serviu de inspiração para projeto de 3 associações no Lagomar

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Um dos maiores bairros de Macaé, com aproximadamente 45 mil moradores, o Lagomar aproveita o crescimento populacional e urbanístico pelo qual vem passando nos últimos anos, e se prepara para lançar uma grande novidade não apenas para quem mora lá, mas para toda a cidade.

Em um ousado projeto conjunto, a Sociedade dos Amigos do Lagomar (SAL), a Associação de Moradores do bairro e o Centro de Cultura Nordestina estão trabalhando para a realização de uma feira cultural no bairro, cujo exemplo é a tradicional Feira de São Cristóvão, que acontece no Rio de Janeiro, e reúne diversas atividades referentes à cultura nordestina, como shows, comidas típicas e artesanato.

Presidente da Organização Não-Governamental (ONG) SAL, que ajuda os moradores no registro para se tornar um Microempreendedor Individual (MEI) e sair da informalidade, além de auxiliar na legalização de pequenas empresas, Carneiro conta que o projeto ainda está em fase embrionária, e que a documentação já foi enviada aos órgãos públicos responsáveis para a legalização da Feira.

“É um projeto conjunto entre a SAL, a Associação de Moradores e o Centro de Cultura Nordestina, e vai se chamar Feira Raízes do Brasil. A representatividade regional no Lagomar é muito grande. Tem gente de tudo quanto é lugar morando aqui; gente que veio vindo do Brasil inteiro e foi ficando. Tem gente do Norte, do Nordeste, do Sul. Imagina como vai ficar isso aqui?”, se anima Carneiro.

Tunan Teixeira

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