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Em sessão tumultuada no início, Secretário de Educação esclarece dúvidas sobre Bolsa Ideb e Falta Zero na Câmara de Macaé

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Em sessão ordinária de mais de duas horas de duração na manhã desta terça-feira, 24, na Câmara Municipal, os vereadores de Macaé receberam o secretário de Educação e vereador licenciado, Guto Garcia (MDB), para prestar esclarecimentos sobre os projetos de lei do Bolsa Ideb e Falta Zero.

Tumultuada desde o início devido aos ânimos exaltados, a sessão serviu para que o secretário pudesse esclarecer dúvidas dos parlamentares sobre os 2 projetos de lei que tramitam na Casa e que propõem benefícios salariais aos profissionais das unidades escolares da rede pública municipal.

As propostas abrangem os profissionais das escolas que conseguirem aumentar ou atingir a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) previsto pelo Ministério da Educação, e também aos funcionários das escolas que não tenham faltado durante o mês.

De acordo com Guto Garcia, tanto o Bolsa Ideb quanto o Falta Zero, como ficaram conhecidos os projetos, são propostas do Executivo e não beneficiam servidores da pasta, e sim servidores que atuem nas unidades escolares.

“Toda a rede é a favor desse projeto. Eu fui convidado aqui para falar sobre 2 projetos que são algo simples. Um é o Bolsa Ideb. É simples. Se a escola atingir a meta do Ideb, todos da escola, porteiro, auxiliar de serviços gerais, todos os profissionais da escola vão ganhar um 14º salário”, explicou o secretário.

Guto acrescentou ainda que, assim como o Bolsa Escola, que já está em funcionamento no município, todos os 2 projetos serão regulamentados através de portarias do Executivo, e servem para valorizar os profissionais na educação municipal.

“Estamos com dificuldades por falta de professores. Falta de professor de matemática, por exemplo. Estamos com um processo aberto para a contratação desses professores, mas ainda precisa ser julgado. Estamos com dificuldade. Os diretores de escolas reclamam muito da falta de professores. Estão faltando cerca de 25% a 30%. Não dá para os alunos ficarem sem aula. Algumas pessoas perguntam, ‘mas por que não fazer igual Rio das Ostras?’. Como é que Rio das Ostras faz? Divide a regência. Se faltar, perde metade da regência. Mas a gente não queria tirar nada. Então os profissionais só ganham com esse projeto do Falta Zero, não perdem nada. Ninguém da Secretaria de Educação vai ganhar nada. Só os profissionais que trabalham dentro da escola. Só para o aluno não ficar sem aula”, completou o gestor da Educação de Macaé.

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