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Economista de Bolsonaro teria declarado intenção de criar novo imposto e unificar alíquota do IR

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Por conta da suposta declaração, Paulo Guedes (foto) teria cancelado 3 aparições públicas depois do ocorrido, e da polêmica gerada por eventual criação de imposto nos moldes da CPMF e aumento da alíquota do Imposto de Renda dos mais pobres

Depois de matéria publicada na coluna da jornalista Monica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, em que seu economista, Paulo Guedes, teria declarado a alguns investidores a intenção de criar um novo impostos nos moldes da extinta CPMF, além de unificar a alíquota do Imposto de Renda em 20%, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) desmentiu as informações do jornal paulista.

Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda caso o deputado federal fluminense vença as eleições, também é co-fundador do banco de investimentos BTG Pactual, que tem divulgado resultados de pesquisas eleitorais em parceria com o Instituto FSB, em que Bolsonaro aparece muito à frente dos resultados de outros institutos de pesquisa.

De acordo com a agência internacional de notícias, Reuters, a proposta foi alvo de duras críticas de adversários de Bolsonaro na corrida presidencial. Ainda conforme a agência, o próprio candidato do PSL já teria dito que não entende de economia, assunto no qual consulta Paulo Guedes, que cuidaria de um “superministério” que consta no programa de governo do deputado fluminense.

A Reuters apurou ainda, com uma fonte ligada à campanha de Bolsonaro, que apesar de desmentido pelo deputado, a proposta de criação de um imposto nos moldes da CPMF, com incidência sobre movimentações financeiras, existe, mas que esse tributo viria no lugar da adoção de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) com objetivo de promover uma simplificação tributária.

Coincidência ou não, depois das supostas declarações atribuídas a Paulo Guedes pela Folha de São Paulo, o economista cancelou 3 aparições públicas em eventos de economia entre quinta, 20, e sexta-feira, 21.


 

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