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Disputa pela coordenação da bancada fluminense na Câmara Federal fica sem representantes da região

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Deputado federal Hugo Leal (PSD) deve ter adversários na disputa antes tranquila pela coordenação da bancada fluminense na Câmara Federal, em Brasília

Há muitos anos escolhido tranquilamente como coordenador da bancada fluminense na Câmara Federal, o deputado Hugo Leal (PSD) terá adversários na disputa pela posição durante a legislatura que se inicia esse ano.

São eles o ex-vereador do Rio, Otoni de Paula (PSC), e o Sargento Gurgel (PSL), que por sinal não seria sequer o nome do consenso dentro do próprio partido, de acordo com uma fonte ouvida pela Coluna Extra, Extra, do jornal Extra, da capital fluminense.

O primeiro nome do partido dos Bolsonaro que surge na disputa contraria a expectativa que se criou a respeito do deputado Felício Laterça (PSL), com forte base política em Macaé e no Norte Fluminense, que era cotado para liderar o partido na Câmara Federal.

Enquanto a disputa pela liderança da bancada fluminense segue em aberto, o bloco mais à esquerda ganhou o reforço do PSB, que se uniu a PSOL, PT e REDE, mesmo sob protestos do deputado Alessandro Molon (PSB), que mesmo sendo contrário à decisão, acabou derrotado internamente por 16 a 12.

Estado – Se na Câmara Federal a disputa pela liderança da bancada fluminense continua, no Estado do Rio, a vitória de André Ceciliano (PT) nas eleições para a presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) ainda gera polêmicas dentro do partido da família Bolsonaro.

No Twitter do PSL do Rio, o partido exaltou a posição dos deputados Anderson Moraes (PSL) e Alana Passos (PSL), que votaram contra a chapa única, compartilhando os vídeos dos deputados votando “não” ao PT.

A exaltação ironiza, de certo modo, para as posições dos demais deputados Alexandre Knoploch (PSL), Coronel Salema (PSL), Doutor Serginho (PSL), Gil Vianna (PSL), Gustavo Schmidt (PSL), Marcelo do Seu Dino (PSL) e Rodrigo Amorim (PSL), que votaram pela abstenção.

Os demais representantes da maior bancada de um partido na Alerj, com 12 deputados, Filipe Poubel (PSL), Márcio Gualberto (PSL) e Renata Zaca (PSL), também votaram contra Ceciliano. De acordo com o site O Antagonista, as abstenções foram a condição imposta para que Rodrigo Amorim possa presidir a Comissão de Orçamento da Alerj.

O site, criado pelos jornalistas Mario Sabino e Diogo Mainardi, assumidamente de direita, explcia ainda que os 7 deputados do PSL que votaram pela abstenção teriam sido os mesmos que se mobilizaram dentro do partido para impedir a formação de uma chapa de oposição para disputar a presidência contra Ceciliano na Alerj.

 


 

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