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Depois de saída de interessados em se candidatar nas eleições desse ano, Temer dá posse a novos ministros

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Presidente Michel Temer (PMDB) discursa em Brasília durante evento de posse de 10 novos ministros

Michel Temer deu posse a novos ministros em evento realizado no Palácio do Planalto, capital federal. Segundo o governo, a reforma ministerial foi necessária, pois os ministros que pretendiam disputar as eleições de outubro desse ano precisavam deixar o governo, na chamada desincompatibilização.

De acordo com a lei eleitoral, ocupantes de cargos eletivos ou comissionados no Executivo, precisavam abandonar os governos até 6 meses antes do pleito, prazo que venceu no último sábado, dia 7.

Com as mudanças no governo, tomaram posse os novos ministros da Fazenda, Eduardo Guardia; da Educação, Rossieli Soares da Silva; do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge (PRB-RJ); do Planejamento, Esteves Colnago; do Esporte, Leandro Cruz Fróes da Silva; do Turismo, Vinicius Lummertz; da Integração Nacional, Antônio de Pádua de Deus; e de Minas e Energia, Moreira Franco (PMDB-RJ).

Dois dos únicos a deixar um ministério sem pretensões eleitorais, Dyogo Oliveira, que deixou o Ministério do Planejamento, assumiu o BNDES, enquanto Moreira Franco deixou a Secretaria-Geral da Presidência da República, vaga que ainda não foi preenchida pelo presidente.

De acordo com a Empresa Brasil de Comunicação, com as mudanças, a maioria dos ex-ministros retomou seus mandatos na Câmara Federal, sendo que alguns concorrerão à reeleição para o cargo, enquanto outros, pela primeira vez, tentarão uma vaga no Senado, que desta vez terá renovação de dois terços (2/3) dos parlamentares, cujo mandato é de 8 anos.

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